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Nova página do site noahidebr.com

B”H

 

No mês de aniversário do site noahidebr.com, uma nova página, Graças a D’us.

 

Confira:

 

https://noahidebr.com/palavras-do-rebe-a-toda-a-humanidade-a-todos-os-nao-judeus-do-mundo/

 

 

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ORAÇÃO NOAÍTICA para antes de dormir

Veja esta oração no nosso Guia de Bênçãos e Orações Diárias para os noaítas

 

https://noahidebr.com/2017/09/09/guia-de-bencaos-e-oracoes-diarias-para-os-bnei-noach/

 

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D’us

B”H

 

D’us

 

Toda existência implica um criador já que nada se cria a si mesmo.
Quem, então, criou D’us?
Ninguém.

 

Por Rav Eliezer Shemtov

 

O tema mais importante e central do judaísmo é, sem dúvida, D’us. Afinal de contas, tudo isso foi Sua idéia.

Como introdução contarei a seguinte história.

O Rebe de Lubavitch anterior, Rav Yossef Yitschac Schneerson, foi preso em 1927 pelos bolcheviques como resultado de seu trabalho sacrificado para fortalecer o judaísmo em toda a antiga União Soviética.

Em um dos interrogatórios, o oficial lhe disse: Olha, eu sou tão judeu como você e não acredito em Deus. Ao que o Rebe respondeu: “este Deus no qual você não acredita, eu tampouco acredito”.

São muitos os que professam não crer em D’us sem saber do que se trata. Veem na fé em D’us uma espécie de muleta ou escape para aqueles que não querem ou não podem encarar a realidade por meio da razão, da lógica, da ciência…

Comecemos por definir, então, de que definição de D’us estamos falando.

A definição mais sucinta que encontrei a este respeito é a de Maimônides na abertura de sua obra-prima, Yad Hachazaká (ou, Mishnê Torá):

“O fundamento dos fundamentos e o pilar das sabedorias é saber que existe uma Existência Primária (que não depende de nada) que criou tudo o que existe. E tudo o que existe no céu e na terra vem DELE.”

Ou seja, além do “nome e apelido” de D’us, a definição essencial é que: 1) D’us não tem criador e 2) ELE criou toda a existência.

Vejamos porquê.

Toda existência implica um criador já que nada se cria a si mesmo. Quem, então, criou D’us? Ninguém. D’us existe de uma maneira diferente da que conhecemos como existência. Existem dois tipos de existência, existência circunstancial e existência essencial. Tudo o que nós conhecemos é existência circunstancial; algo existe porque vem de algum lugar e porque ninguém o destrói. Não tem por que existir. Pode também não existir. Por exemplo, a matéria que você está lendo neste momento existe porque alguém a compôs e a publicou. Se ninguém a escrevesse, ela não existiria por sua própria conta. Quanto a D’us, estamos falando de outro tipo de existência, uma classe de existência que não implica criador: Uma existência “essencial”. Um exemplo para isso é a regra de “2+2=4”. Quem criou essa regra? Embora o homem a entenda, ele não a criou. O homem não a criou e não pode destruí-la… Obviamente, D’us é mais que uma mera equação matemática. É a única verdadeira existência essencial. Existe porque existe. E existe sem os limites que definem qualquer existência circunstancial, ou seja, não tem criador.

Mesmo depois que alguém aceite que o mundo tem criador, cabe perguntar: Que tipo de vínculo e envolvimento tem D’us conosco na atualidade? Não será que ELE criou o mundo e agora o mundo segue por sua própria conta? Realmente importa a um D’us Infinito que tipo de reforço contém meu sanduíche? Isso parece tão irrelevante para um D’us tão Todopoderoso…

A questão é que quando pensamos em D’us tendemos a pensar como faríamos se fôssemos D’us. Custa nos livrarmos de nossas referências. Contam de três mestres chassídicos que estavam conversando entre eles, analisando como fariam as coisas diferentes se fossem D’us. Cada um se propôs a mudar algo do mundo. Quando chegou a vez do Alter Rebe, Rav Shneor Zalman de Liadi, o fundador do movimento Chabad, ele disse: “Se eu fosse D’us, eu criaria o mundo tal qual D’us o criou”. Acontece que tendemos a definir D’us à nossa imagem e semelhança. “Aos grandes não interessa o que fazem os pequenos… Se D’us é tão grande, seguramente não LHE importa o que nós fazemos.” A questão é que há uma grande diferença entre «grande» e «infinito»; frente a algo grande, há diferença entre grande e pequeno, mas ante o infinito, grande e pequeno são igualmente significativos.

No Tania é explicado extensamente que a relação entre toda a existência e Seu Criador é como a relação entre a palavra falada e aquele que a profere. Uma palavra falada não tem existência própria. A existência de uma palavra falada depende total e constantemente do que a profere. Apenas pare de falar, a palavra deixa de existir. Já que o estado natural do mundo é a não existência, é necessária uma força inovadora para removê-lo do seu estado natural. Ou seja, a existência não é o resultado de algo que D’us fez, mas do que ELE faz continuamente; se deixasse de nos criar, deixaríamos de existir. [Agora,] se ELE nos cria [constantemente], é porque temos importância para ELE.

Muitos se perguntam: se D’us existe e controla tudo o que acontece no mundo, por que existe tanta aparente injustiça?

A resposta é que não podemos entender a justiça Divina. Podemos reclamar a D’us que ELE faça as coisas de tal maneira que não nos doa. Mas despois de tudo, não temos outra alternativa senão aceitar com humildade que a justiça Divina existe, ainda que não possamos entendê-la.

Um dos fundamentos da Fé Judaica é que tudo o que acontece no mundo é por Providência Divina e portanto é para o bem. Não há nada que aconteça por casualidade; é tudo por “causalidade”. Algumas vezes vemos o benefício e em outras, não.

Outro ponto:

Segundo os ensinamentos chassídicos e místicos judaicos, D’us SE manifesta de duas maneiras, por meio da natureza e quebrando as leis da natureza. Segundo o Baal Shem Tov, fundador do chassidismo, a única diferença entre a natureza e o milagre, de fato, é que a natureza é um milagre constante.

Este conceito, de que a natureza é nada mais que uma manifestação Divina, é expresso em cada benção que pronunciamos: Baruch Atá Hashem/Adonai* Elohênu… . Bendito és TU, Hashem/Adonai [(referências ao Tetragrama, HaVaYaH),] Nosso D’us… . O nome representado pelas palavras Hashem ou Adonai[, HaVaYaH], é uma palavra composta de três palavras, HYH (hayá), HVH (hovê), YHYH (yihyê), ou seja, “foi, é, será” [(היהי הווה היה)**]. São os três tempos — passado-presente-futuro — combinados em uma só palavra. [Ela implica que D’us foi, é, e será sempre — tudo de uma vez só (isto é, ELE está além do tempo), e que ELE é o Mestre de tudo e todos.]¹ Isto representa como D’us transcende os limites do tempo e da natureza. A palavra Elohim tem o mesmo valor numérico que a palavra “hateva” ou natureza. Ela representa a idéia de que D’us SE manifesta por meio da natureza[ — A propósito, Elohim significa literalmente forças, a saber, exatamente as forças da natureza, do universo. (Nota dos tradutores) — ] Hashem/Adonai Elohênu” [(literalmente, “HaVaYaH Nosso D’us”)], então, significa que a natureza é nada mais do que uma manifestação do sobrenatural.

 


Nota ¹: © Chabad.org

 


* Hashem, palavra hebraica que significa “O Nome”. Adonai, palavra hebraica que significa “Meu Mestre”.


** As quatro letras [do Tetragrama (Y-H-V-H, י-ה-ו-ה)] se permutam para escrever a palavra havayah que significa Existência. Em outras palavras, este nome representa D’us sendo manifesto como a própria Existência. As letras em si formam os radicais das palavras em hebraico para passado, presente e futuro, indicando que este nome reflete D’us acima do tempo, tornando passado, presente e futuro como um só. Em resumo, o Tetragrama reflete a natureza imutável de D’us, a própria superestrutura que funda toda a existência. (© pt.chabad)


 Nota dos tradutores:
Lembrando sempre que a palavra que designa exclusivamente a D’us (Y-H-V-H), HaVaYaH, não significa absolutamente de modo algum “jeová”, “yehovah”, “javé”, “iavé”, “yahweh”, “yahueh”, “yahuah”, “yahuwah”, etc (e além do mais, nenhuma dessas palavras, ou outras semelhantes, são traduções ou transliterações do Tetragrama). Enfim, qualquer tentativa de dar uma pronúncia ao Tetragrama é um comportamento CRISTÃO/MESSIÂNICO, não judaico, além do fato de que como já ensinado em várias outras matérias neste site, D’us não tem corpo, D’us não tem forma, D’us não é pessoa, D’us não é físico/material, D’us não é espírito/espiritual.


 

© Jabad (Chabad)

 

Traduzido do espanhol por Noahidebr/Bnei Noach do Brasil

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O Caminho Espiritual do não-judeu

BEM-VINDO AO SITE DE BNEI NÔACH (FILHOS DE NOÉ)

 Clique (no link) acima

 

Uma mensagem para o mundo

 

O Caminho Espiritual do não-judeu

 

Por Rav Menachem Mendel Schneerson (o Rebe)

 

Fonte: revista “Lubavitch Internacional”, Vol. 2, N° 1, 1990, pág. 3

 

Hoje nos encontramos num cruzamento da História. Mudanças têm varrido o mundo de regimes opressores e dado lugar a uma crescente consciência moral. É, portanto, uma época apropriada para refletir sobre as dinâmicas destas mudanças, e, portanto, extrair coragem e orientação para torná-las plenamente efetivas. Ao explicar o propósito da Criação do Universo, nossos Sábios dizem que D’us, a Essência de todo o Bem, criou o mundo como resultado do Seu desejo de fazer o Bem. Como está escrito em Tehilím (Salmos) 145:9: “ELE é bom para com todos e o manifesta através de todos os Seus feitos.” Como é da natureza do Bem fazer bem aos outros, a Criação do Universo foi uma expressão Divina de bondade. Deste modo, o Universo e toda a vida são recipientes e objetos de bondade Divina.

Por conseguinte, tudo o que ocorre no mundo, mesmo o que é aparentemente mal, tal como os desastres da natureza, deve conter necessariamente algum bem redentor. Similarmente, a inclinação negativa nos seres humanos, que desejam essencialmente fazer o bem, não é senão um mecanismo dos desígnios Divinos para estabelecer o livre arbítrio entre nós. Pois se D’us tivesse criado um mundo totalmente e exclusivamente bom, sem esforços da humanidade para alcançá-lo, haveria pouca ou nenhuma apreciação da bondade no mundo.

À luz disto, é importante saber que na luta contra o mal, seja no âmbito mundial ou em caráter pessoal, a abordagem não deve ser de confrontação. Pelo contrário, ao enfatizar o que há de bom nas pessoas e no mundo, e trazendo o lado positivo à tona, o mal será sobreposto pelo Bem, até eventualmente desaparecer. Apesar de D’us haver criado um mundo onde as pessoas têm o livre arbítrio, ELE nos proveu com os instrumentos e a orientação de que precisamos para nos estimular a optar pelo Bem: O Código Moral Divino, predecessor de todos os códigos humanos, e o único que contém aplicações universais e atemporais para uma civilização boa e moral. Este código Divino conhecido como Sete Leis de Noé, estabelece uma definição objetiva de “bom” – aplicável a todas as pessoas. Pois como a História recente provou, uma moralidade baseada em idéias humanas do que é o bem é relativa, subjetiva e essencialmente não persuasiva. Além disso, é abundantemente claro para educadores e legistas que nem a intimidação e nem ameaças de punição podem inculcar algum profundo sentido de obrigação moral. Isto apenas acontece pelo conhecimento – por meio da educação de que há um “Olho que vê e um Ouvido que ouve”, para Quem todos prestaremos contas.

O Código Noaico das sete leis Divinas básicas foi dado a Noé e seus filhos após o Dilúvio. Estas leis assegurariam a Noé e seus filhos, os predecessores da nova raça humana, que a humanidade não mais degeneraria até tornar-se uma selva novamente. As leis, que ordenam o estabelecimento de tribunais de justiça, e proíbem idolatria, blasfêmia, homicídio, incesto, roubo e comer parte de um animal vivo (crueldade com os animais), constituem o fundamento de toda a moralidade. E elas se estendem, com as leis que delas derivam, a todos os aspectos do comportamento moral.

É uma tarefa única educar e encorajar a observância das Sete Leis entre todos os povos. A tolerância religiosa em nossos dias e a tendência para uma liberdade cada vez maior nos oferece uma oportunidade única para realçar, aumentar e propagar a observância destas leis. Porque é pela observância destas leis, que são expressões da bondade de D’us, que a humanidade estará novamente unida e ligada por uma responsabilidade moral comum ao nosso Criador. Esta unidade promove a paz e a harmonia entre todos os povos, conseguindo desse modo o Bem final para todos. Como disse o Salmista (133:1): “Como é bom e agradável viverem irmãos juntos em harmonia.”

 

© 2006/2012 Ask Noah International

 

© Noahidebr 2015-2018

 

Veja outro texto do Rebe, um post inédito e exclusivo do site noahidebr.com – de tradução nossa – em:

https://noahidebr.com/palavras-do-rebe-a-toda-a-humanidade-a-todos-os-nao-judeus-do-mundo/

 

Sobre distribuir os nossos artigos, veja

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Amidá (Shemonê Esrê) NÃO deve ser rezada pelos noaítas / Amidá Noaítica

Amidá (Shemonê Esrê) NÃO deve ser rezada pelos Noaítas (Bnei Noach/Filhos de Noé) / Amidá Noaítica

 

O conjunto de 19 bençãos da Amidá (a especial “oração silenciosa”, também chamada de “Shemonê Esrê”) que é a parte principal de cada um dos 3 serviços diários judaicos, foi instituída pelos Sábios da Grande Assembléia (agindo sob as instruções dos profetas bíblicos) como o substituto para os sacrifícios judaicos exigidos no Templo Sagrado, para dias da semana, o Sábado Judaico (Shabát) e as Festas Judaicas. Por isso, não se relaciona com Noaítas. Ask Noah apresentou esta pergunta ao Rav Dr. Jacob Immanuel Schochet que respondeu que, por esse motivo, Noaítas não devem rezar qualquer das orações litúrgicas da Amidá Judaica. Ele também forneceu um modelo da oração “Amidá Noaítica”, que é apropriada para Noaítas dizerem diariamente se assim desejarem, com as alterações adequadas que desejam fazer:

 

 

AMIDÁ NOAÍTICA

 

(Copyright 2009 por Ask Noah International)

 

“Bendito és Tu, Hashém, nosso D’us, Criador dos céus e da terra, que outorga generosas bondades.

Concede-nos, graciosamente, de TI, sabedoria, compreensão e conhecimento.

Por favor, aceita nosso arrependimento e perdoa-nos por nossos erros e pecados.

Concede cura e remédio total a todas as nossas feridas e doenças.

Concede tudo o que necessitamos para nosso sustento de acordo com Sua generosidade.

Apressa o dia do que está dito:

“Hashém será Rei sobre toda a Terra; naquele dia, Hashém será Um e Seu Nome, Um” [1]; “Farei então com que os povos voltem a conhecer uma língua pura, com a qual todos possam invocar (do mesmo modo) o Nome de Hashém, para servi-LO com seus sentimentos unidos” [2]; e “Não causarão dano e nada destruirão em Meu santo Monte, porque a terra estará repleta do conhecimento de Hashém, como as águas cobrem o mar.” [3]

Ouve nossa voz, Hashém, nosso D’us; misericordioso PAI, tem compaixão de nós e aceita nossas preces com misericórdia e favor. Bendito és Tu, Hashém, que ouve a prece.”

 

[1] Zechariá (Zac.) 14:9*

[2] Tsefaniá (Sof.) 3:9*

[3] Ieshaiáhu (Isa.) 11:9*

* Bíblia Hebraica, David Gorodovits e Jairo Fridlin, Editora e Livraria Sêfer.

 

 

Por Ask Noah International, e,

Rav Dr. Jacob Immanuel Schochet

 

Traduzido por Noahidebr

 

© 2015-2018 Noahidebr

 

https://noahidebr.com/copyright/

 

Para uma versão mais extensa, editada por noahidebr.com, veja

 

https://noahidebr.com/2017/08/27/a-oracao-devota-ou-a-oracao-de-devocao-dos-noaitas-2/

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É permitido a um não-judeu estudar a Torá?

É permitido a um não-judeu estudar a Torá?

 

Por Rav Shamai Ende

 

No Talmud (Sanhedrin 59a) encontramos duas opiniões opostas sobre este assunto muito delicado, que ocorre com frequência na vida atual. Lá, conclui-se que a proibição de estudar a Torá com um não-judeu não se aplica às sete mitsvot (as chamadas leis dos filhos de Noé) que eles têm a obrigação de conhecer e cumprir.

Assim também Maimônides, em seu livro Mishnê Torá (hilchot melachim 8:10), escreve: “Nosso mestre Moshê transmitiu a Torá e seus mandamentos somente ao povo de Israel e aos que desejarem converter-se. Ele também nos ordenou, a mando de D’us, que devemos instruir todos os habitantes do mundo a receber sobre si as sete Mitsvot que os filhos de Noé (toda a humanidade) foram ordenados a cumprir. Aquele que aceitá-las e tomar o cuidado de cumpri-las é considerado um chassid (devoto)  (de Hashém) entre os povos, e tem parte no mundo vindouro, contanto que assim o fizer e aceitar, por ordem Divina explícita na Torá, por intermédio de Moshê, nosso mestre”.

No capítulo seguinte, Maimônides nos ensina a lista e os detalhes dos sete mandamentos de toda a humanidade a serem seguidos: 1. A proibição de praticar idolatria; 2. De blasfemar contra D’us; 3. De cometer homicídio; 4. De manter relações incestuosas e cometer adultério; 5. De roubar; 6. A obrigação de instituir um sistema judiciário; e 7. A proibição de ingerir um órgão de um animal que foi extraído ainda em vida.

Desta forma, temos a obrigação de ensinar a um não-judeu todas as leis dessas mitsvot, que incluem muitos detalhes, como estudos profundos que reforçam a fé em D’us; as leis de recato que nos levam a não transgredir atos imorais; as leis judiciais do Talmud aplicadas a todo ser humano; as minuciosas proibições de roubar, enganar e prejudicar o próximo; as leis de tsedacá e justiça social; reforçar atos de bondade etc.

O Rebe lançou uma campanha mundial para propagar essas mitsvot para toda a humanidade, e explicou que o fato de não termos notícias de que no último milênio os sábios judeus difundiram essa lei deve-se às inúmeras perseguições que nosso povo sofreu durante a história, sem que tivéssemos a possibilidade de exercer alguma influência sobre as demais nações do mundo. No entanto, na época atual, quando deixamos de ser o povo perseguido e tornamo-nos muito influentes em vários setores, passa a ser uma obrigação de cada judeu cumprir essa lei, instruindo todos os povos a cumprir as suas.

O Rebe ainda frisou que essa é a melhor solução para vários problemas atuais, como a violência, a imoralidade, a decadência da educação, os conflitos etc., pois uma pequena luz pode dissipar muita escuridão. Desta forma estaremos construindo um mundo melhor, preparando a humanidade para receber a era messiânica, quando todos os povos habitarão em paz e harmonia, conforme consta (Yeshayahu [Isaías] 2:4): “Não levantará um povo sobre outro a espada, e não mais aprenderão a guerrear”, e juntos servirão a D’us, como disse o profeta (Tsefaniá [Sofonias] 3:9): “Então, transformarei todos os povos em uma nação com um idioma claro em que todos clamarão o nome de D’us e o servirão com igualdade”.

 

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Sobre o Rav Shamai Ende, veja:

 

 

Veja também:

https://noahidebr.com/palavras-do-rebe-a-toda-a-humanidade-a-todos-os-nao-judeus-do-mundo/

 

https://noahidebr.com/2016/09/01/os-sete-mandamentos-dos-filhos-de-noach-noe/

 

https://noahidebr.com/apresentacao/

 

https://noahidebr.com/2015/09/08/as-sete-mistvot-que-unem-a-humanidade/

 

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