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A Guerra Final

B”H

 

Haverá a Guerra do Armagedom?
Haverá a Guerra de Gog e Magog?

A Guerra Final

 

Por Rabi Tzvi Freeman (Chabad)

 

Algumas pessoas estão à espera de uma guerra final, apocalíptica.

Mas a guerra final é travada
não nos campos de batalha,
nem no mar,
nem nos céus acima.

Tampouco é uma guerra entre líderes ou nações.

A guerra final é travada no coração de cada ser humano,
com os exércitos de suas ações neste mundo.

E com uma simples decisão:
Estou aqui para ser engolido vivo na confusão sem sentido?
Ou estou aqui para iluminar (o mundo)?

 

Por Rabi Tzvi Freeman (Chabad)

© Chabad.org
© Noahidebr 2015-2019

Traduzido do inglês por Noahidebr/Bnei Nôach Brasil ©  2015-2019 Noahidebr

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Uma geração supera a outra

B”H

 

Uma geração supera a outra

 

Por Rabi Eli Levy (Chabad)

 

Prezados leitores:

Nôach foi um justo em sua geração.

Em sua geração foi um justo, em outra (geração) não sabemos. Ou talvez em outra tivesse sido mais proeminente ainda.

Esse é o debate dos comentaristas.

Um líder deve se adaptar à sua geração, escutar o que as pessoas precisam, estar atento às mudanças e liderar para encontrar o melhor meio de influenciar para o bem.

Temos a tendência de medir nossos líderes da Torá, do Tanách, da Mishná, etc., com os valores e parâmetros do nosso tempo. Mas o mundo está avançando, e a transformação deve ser para a frente.

O que era bom para Nôach, já não era suficiente para Avraham e o degrau mais alto para Avraham era o primeiro para Moshé, em todas as gerações.

O que Nôach alcançou em sua geração, foi o passo para que toda a humanidade possa avançar à civilização.

Shalóm!

Por Rabi Eli Levy

© (Jabad) 1993-2019 Chabad.org
© Noahidebr 2015-2019

Traduzido do espanhol por Noahidebr/Bnei Nôach Brasil

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Bnei Nôach, uma religião?

B”H

 

Perguntas E Respostas

 

(Atenção:
Nas palavras transliteradas, o “ch” tem som de “RR”. Exemplo: Nôach.

Nas palavras transliteradas, o “sh” tem som de “CH”. Exemplos: Bereshít; Hashém.)

 

Perguntas E Respostas

 

É o movimento Bnei Nôach uma religião – uma nova religião? É o movimento Bnei Nôach uma religião para não-judeus criada por rabinos?

 

Por Rabi Moshe Genuth (Chabad)

 

Em nossos tempos, o Rebe de Lubavítch – Rabí Menachem Mendel Schneerson – trouxe as leis dos Bnei Nôach (Filhos de Noé) à vanguarda de nossos esforços por trazer a paz definitiva e a prosperidade ao povo judeu e ao mundo inteiro. Repetidamente o Rebe explicou que o mundo está preparado para aceitar a responsabilidade destas leis e de renovar o pacto feito entre Nôach (Noé) e o Todopoderoso depois do Dilúvio, como lemos em Bereshít/Gênesis.

As Leis dos Bnei Nôach não são outra religião que os judeus estão tentando encorajar os não-judeus a aceitar. Decerto, elas não são de forma alguma uma religião, mas sim uma estrutura para criar um mundo melhor, uma humanidade melhor baseada na união da qual cada ser humano pode desfrutar com seu CRIADOR.

Mesmo que práticas à primeira vista, em geral o pacto de Nôach é baseado em princípios cujo valor e importância para criar uma sociedade justa e moral são facilmente reconhecidos pela maioria, se não por todos os povos do mundo em nossos dias.

Mas os princípios destas leis são diferentes de qualquer conjunto de leis racionais que podem ser estabelecidas por um tribunal da atualidade, porque foram estabelecidas pelo PRÓPRIO CRIADOR e entregues a nós como a base para SEU relacionamento com a humanidade como um todo.

Para além de seus aspectos positivos, o renascimento espiritual que o mundo experimenta hoje tem produzido o que se descreve como um choque de civilizações, cujo final não pode ser previsto. Em vez de incentivar a paz, a compreensão e a tolerância, as diferentes atitudes e alegações que cristãos e muçulmanos propõem em relação ao CRIADOR estão ameaçando causar uma tremenda confusão. Este é exatamente o tempo para que o povo judeu cumpra com sua missão como povo escolhido por Hashém e, junto com os não-judeus que já adotaram e se comprometeram com as leis dos Bnei Nôach, se dedique a propagar a mensagem destas leis e oferecer esperança, na forma de um pacto verdadeiramente universal entre o homem e Hashém, de uma nova era que pode emergir sobre todos nós.

O Rebe de Lubavítch imputou sobre seus irmãos e irmãs judeus a necessidade e obrigação de serem receptivos às necessidades espirituais dos não-judeus, até chegarem aos seus corações com A Verdade. Por conseguinte, a maioria dos centros Chabád Lubavítch estão procurando ensinar aos não-judeus como serem Bnei Nôach ao mesmo tempo em que os conecta com a autoridade de Torá local para propiciar seu crescimento contínuo e feliz.

De acordo com o Rebe, trazer as sete leis dos Bnei Nôach para o mundo gentio é um dos esforços mais valiosos para todos os judeus.

 

Por Rabi Moshe Genuth (Chabad)
© Rabi Moshe Genuth

Rabi Moshe Genuth é o editor em inglês do livro Cabalá e Meditação para as Nações do Rabi Yitzchak Ginsburgh (também Chabad).

 

© 2015-2019 Noahidebr

 

Traduzido do espanhol por Noahidebr/Bnei Noach Brasil © 2015-2019 Noahidebr

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MAS…

Se Bnei Nôach não é uma religião, significa isso que os Bnei Nôach não tem obrigação de acreditar em D’us e de orar para D’us?

Será que acreditar em D’us e orar para ELE torna o movimento Bnei Nôach uma religião?

O Rebe responde estas perguntas. Veja em:

https://noahidebr.com/palavras-do-rebe-a-toda-a-humanidade-a-todos-os-nao-judeus-do-mundo/

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Uma Mensagem do Rabi Eli Levy

ב”ה

Uma Mensagem do rabi Eli Levy
(Jabad.com)

 

Um Mashíach Real

 

Para muitos, a era messiânica é um mito inalcançável e utópico. Mas para nós, (judeus) chassidim, é uma realidade possível. Já nos sentimos no mundo vindouro.

O Rebe (Rabino Menachem Mendel Schneerson) nos pediu para trazer o Mashíach. Trazemo-lo com boas ações, trazendo luz à nossa volta e vendo a era messiânica como algo atual e verdadeiro.

O Mashíach está a um passo.

Rabi Eli Levy
5 Abril, 2018
© Jabad.com

 

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Os nomes de Moisés / Batiá

B”H

 

Os nomes de Moisés / Quem é Batiá?

 

Atenção: na transliteração dos termos hebraicos o “sh” tem som de “CH”.
Exemplos: “Hashém”, “Moshé”, etc.

Atenção: na transliteração dos termos hebraicos o “ch” tem som de “RR”.
Exemplos: “Chavér”, etc.

 

Por Noahidebr

 

“E um homem da casa de Leví (- Amrám, filho de Kehat, filho de Leví – Amrám é neto de Leví e bisneto de Yaacóv -) foi e se casou (novamente com a sua ex-esposa, Yochéved,) filha de Leví (- irmã de Kehat, neta de Yaacóv, e tia de seu marido Amrám -). (Eles se divorciaram porque não quiseram ter mais filhos – já tinham dois, Miriám e Aharón – devido o decreto do Paróh (Faraó).) E engravidou a mulher e deu à luz um filho; e vendo que ele era bom (i.e., especial), escondeu-o por 3 meses.”

Yochéved/Joquebede trouxe o menino para a Princesa Batiá, “a filha do Paróh (Faraó)”, e Batiá “chamou seu nome Moshé (Moisés), e disse: porque das águas (do Suf Ieór (Rio Nilo)) o tirei.”

Shemót/Êxodo 1:22-2:10

 

Por que a Torá não menciona qual nome os pais de Moshé deram para ele? Será que eles não lhe deram nome? E por que a Torá menciona que a filha do Faraó o chamou Moshé?

 

Apesar da Torá (escrita) carecer destas informações, a tradição judaica nos fornece as respostas.

 

De acordo com a tradição judaica, quando Yochéved levou o menino – o seu próprio filho – para a filha do Faraó, a Princesa egípcia Batiá, a própria Princesa perguntou para Yochéved: “Como vocês chamam-no?” Portanto, o menino tinha um nome, sim. Interessante e curioso é o fato de que, segundo a tradição judaica, o menino não apenas tinha um nome, mas tinha vários nomes (entre outros que ele ganhou no decorrer da vida).

 

Os (outros) 12 nomes de Moshé

 

▪Chavér (חבר) (ou, Chever).
Significa “Amigo; Companheiro”, ou ainda “Conector”.
Seu pai, Amrám, lhe deu esse nome (pois Amrám e Yochéved haviam se desconectado – divorciado – para evitarem ter mais filhos, além dos que já tinham, por causa do decreto infanticida do Paróh. Por fim, deixaram o temor pelo decreto de lado e casaram-se novamente – voltaram a estar conectados – e tiverem “Moshé”).
“Conector” ainda alude a Moshé conectar o povo judeu com SEU “PAI CELESTIAL” ou a ele impedir (העביר, fonéticamente semelhante a חבר) a retribuição celestial pelos pecados deles.

▪Avigdor (אבי גדור) (ou, Aviguedor).
Significa “Mestre da Cerca”.
Segundo o Me’am Loez, o avô de Moshé, Kehat, lhe deu esse nome porque “desde o nascimento de Moshé, D’us (como que) colocou uma cerca em torno do faraó impedindo-o de continuar com seu decreto de afogamento dos meninos judeus*”.

* Segundo o Rashí, a Torá não específica que o decreto era para os meninos judeus, o que significa que era um decreto geral, válido tanto para os meninos judeus quanto para os meninos egípcios (Shemót/Êxodo 1:22).

 

▪Avi-Socho (אבי סוכו).
Significa “Pai dos Videntes”.
Seu avô, Kehat, lhe deu esse nome (ou talvez (quem lhe deu esse nome) foi a babá que ajudou a mãe de Moshé a criá-lo) porque Moshé se tornaria o “pai” ou “mestre” (avi) de todos os videntes (sochim) e profetas.

▪Yekutiel (יקותיאל) (ou, Jekutiel, Iecutiel).
Da raiz cavê (קוה), “esperança”.
Significa “D’us Reúne” ou também “Fé em D’us (Espera por D’us; Confia em D’us)”.
Sua mãe, Yochéved, lhe deu esse nome porque tinha esperança e confiava que (mesmo com o evento do Rio Nilo, por fim,) D’us os reuniria. Moshé também induziu os judeus a depositarem sua “fé em D’us”.

▪Yéred (ירד).
Significa “Descenso; Descida”.
Sua irmã, Miriám, lhe deu esse nome porque, por causa dele, ela teve de descer (yarad) até o Nilo para ver o que seria dele.
Além disso, foi Moshé quem como que desceu do céu com a Torá para entregá-la para o povo judeu, fazendo também a Presença Divina descer de volta para o mundo físico.

▪Avi-Zanôach (אבי זנוח).
Significa “Mestre da Rejeição”.
Seu irmão, Aharón, lhe deu esse nome, dizendo: “Meu pai rejeitou minha mãe (i.e., divorciou-se dela), mas (por fim ele) a recebeu novamente por causa deste menino (i.e., casou-se de novo com ela porque ainda era para eles terem Moshé)”.
Outra explicação é que Moshé faria Israel rejeitar ídolos.

▪Leví (לוי).
Nome da tribo a que pertencia.

▪Tov (טוב).
Significa “Bom”.
Segundo o Midrash Shemót Rabá 18:3.

▪Toviyáh (טוביה) (Toviá, ou Tobias, ou Tuviá).
Significa “(Pela) Bondade de Havayah” ou “Havayah é Bom”.
Segundo o Talmúd, esse foi, de fato, o nome que Amrám e Yochéved deram para Moshé quando ele nasceu.

▪Ben Netanel (בן נתנאל) (Nethanel, ou Natanel, ou Nesanel).
Ben significa “Filho de”, e, Netanel significa “D’us Deu”.
Netanel é a junção das duas palavras, natán (deu) + El (D’us). Portanto, Ben Netanel alude ao fato de que Moshé foi “a pessoa (literalmente, “o filho” (do povo judeu)) para quem D’us deu a Torá”.

▪Ben Eviatar (בן אביתר).
Significa “Filho do Perdão”.
Alude ao fato de que Moshé foi o filho do povo judeu que solicitou o perdão de D’us (ויתר) pelo pecado do bezerro de ouro (o ídolo feito pelos judeus quando lhes pareceu que Moshé não iria descer do Monte Sinai).

▪Shemayáh (שמעיה) (Shemaiá).
Significa “Havayah Ouve”.
O povo judeu lhe deu esse nome porque eles previam que em seus dias D’us ouviria (שמע) as orações deles.

 

Apesar de ter seu nome primordial – Toviá – e de ter todos esses nomes, em toda a Torá ele é referido somente como Moshé. Além do mais, O PRÓPRIO D’us se dirige a Moshé somente com esse nome. Foi a Princesa Batiá* quem disse para Yochéved: “Eu lhe darei (ao menino) mais um nome. Eu o chamarei Moshé (משה) (Moisés) porque eu mesma o tirei das águas” do Rio Nilo. Moshé significa “Tirar; Retirar”, querendo dizer que ele foi “tirado”, isto é, “salvo” do rio.
Então Hashém declarou: “Devido a que Batiá foi tão amável e misericordiosa, o menino será chamado pelo nome dado por ela.”
Nossos Sábios nos dizem que isto nos ensina a importância da criação de um filho, especialmente quando isso requer um sacrifício pessoal especial.

* Bat-Yáh (בתיה) (Batiá, ou Bitia, ou Basya). Significa “Filha de Havayah” (Bat = “Filha de”; Yáh = “Havayah”). O PRÓPRIO Hashém deu esse nome para ela por ela ter arriscado a própria vida ao desobedecer o decreto real e salvar e adotar o bebê que se tornaria o maior de todos os profetas, Moshé:

“Rav Yehoshúa disse em nome do Rav Leví que D’us disse para a filha do Paróh: ‘Moshé não era seu filho, contudo você (o salvou e o adotou e) o chamou de seu filho. EU farei o mesmo: embora você não seja Minha filha, EU (a salvarei e a adotarei e) a chamarei de Minha Filha’ ” (Midrash Vayicrá Rabá 1:3).

Ela se converteu ao judaísmo.

No evento chamado Dez Pragas, só um egípcio não foi atingido por elas, Batiá.
No evento da décima praga, a morte dos bechorót ou primogênitos, houve um único bechor (primogênito) – além do próprio Paróh (Faraó) – que não morreu, Batiá. Sim, Batiá era a primogênita do Paróh.

Foi para ela que o rei Shelomô (Salomão) compôs o famoso poema Éshet Cháyil (Mishlê/Provérbios 31:10-31).

Quando o povo judeu foi libertado do Egito (Mitsráyim), ela saiu com eles.

Os místicos judeus ensinam que Batiá foi uma das 9 pessoas (alguns dizem que são 7, outros dizem que são 13) a adentrarem o Mundo Vindouro* sem ter falecido fisicamente (sim, isso mesmo, segundo o judaísmo existem algumas pouquíssimas pessoas que triunfaram sobre a morte).

* Viver no Mundo Vindouro (Gán Éden) não faz referência à vida como a conhecemos. Na realidade, é uma forma de existência desconhecida para nós.

 

Por Noahidebr

Baseado em chabad.org (ing.), em jabad.org.ar e em jabad.org (esp.), no Rav Eliezer Danzinger (ing. e esp.), e no Instituto Morashá de Cultura.

© Noahidebr 2015-2018

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Noaítas e o vestir-se

B”H

 

Perguntas e Respostas

 

Por Noahidebr

 

P: O homem noaíta (casado ou solteiro) pode andar na rua sem camiseta?

R: Não.

 

P: Dentro de casa, o homem noaíta (casado ou solteiro {que mora com os pais}) pode ficar sem camiseta?

R: Sim. Mas é apropriado que pelo menos nos momentos de oração e de estudo da Torá ele esteja com camiseta.

 

P: O homem noaíta (casado ou solteiro) pode usar shorts ou bermuda em casa ou na rua?

R: O homem noaíta casado ou solteiro pode usar BERMUDA em casa e na rua.

 

P: O homem noaíta (casado ou solteiro) é obrigado a vestir roupa social na rua e principalmente nos encontros noaíticos?

R: Não. O homem noaíta (casado ou solteiro) pode vestir roupa social se ele quiser, mas também pode vestir camiseta ou pólo e calça jeans e tênis na rua e inclusive em encontros noaíticos.

 

P: A mulher noaíta (casada ou solteira) pode usar shorts na rua?

R: Não.

 

P: A mulher noaíta (casada ou solteira) pode usar bermuda na rua?

R: Se for um costume local, sim, a mulher noaíta casada ou solteira pode usar bermuda que não seja colada e que cubra os joelhos (mesmo quando se está sentada) na rua.

 

P: A mulher noaíta (casada ou solteira) pode usar saia ou vestido na rua?

R: A mulher noaíta (casada ou solteira) pode usar saia que cubra os joelhos (mesmo quando se está sentada) na rua.
E a mulher noaíta (casada ou solteira) pode usar vestido que cubra desde a parte de cima do peito até os joelhos (mesmo quando se está sentada) na rua.

 

P: Que tipo de camiseta que a mulher noaíta (casada ou solteira) pode usar na rua?

R: Que cubra completamente o tronco (a parte de cima do peito, ombros, costas e barriga). Portanto, nada de roupas de alcinhas.

 

P: A mulher noaíta (casada ou solteira) pode maquiar-se, depilar-se e cortar o cabelo?

R: Sim.

 

P: A mulher noaíta (casada ou solteira) é obrigada a cobrir o cabelo?

R: Não, a mulher noaíta não é obrigada a cobrir o cabelo.
A mulher noaíta solteira não cobre o cabelo. Quanto à mulher noaíta casada, ela não tem a obrigação de cobrir o cabelo, nem em casa (ao receber quaisquer visitas) e nem na rua (em outras palavras, em qualquer situação que seja – com a exceção de visitar uma sinagoga no horário de um serviço judaico). Ela o cobre apenas se essa foi a sua escolha. (Veja mais em

https://noahidebr.com/2017/12/01/as-noaitas-filhas-de-noach-noe-e-o-cobrir-o-cabelo/   .)

 

Para todos os tipos de situações, o que as mulheres noaítas tanto solteiras quanto casadas (e, obviamente, os homens noaítas solteiros e casados também) tem de levar em consideração, é que serve-se a D’us também pelo comportamento do dia a dia na rua. Elas devem arrumar-se e vestir-se modestamente como convém a quem serve a D’us.

 

Por Noahidebr (baseado em Ask Noah.org, site judaico do Chabad para Bnei Noach)

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Noaítas e a Estrela de David

B”H

 

Perguntas e Respostas

 

Por Noahidebr e Ask Noah.org

 

Em outra matéria deste site, o Rav Jacob Immanuel Schochet (Chabad) disse: “Existem linhas claras de distinção entre judeus e gentios e estas devem permanecer exatamente assim.” Tendo esta declaração em mente, eu sou noaíta e por anos tenho usado um colar com a Estrela de David, então, pergunto:

Devo deixar de usá-lo porque as pessoas pensarão que sou judeu/judia? Ou posso usá-lo, conquanto se alguém me perguntar se sou judeu/judia, respondo-lhe que não, que sou noaíta?

 

Se um noaíta decide usar quaisquer objetos com a Estrela de David (em hebraico, “Maguên David”, literalmente “Escudo de David”) (colar, chaveiro (mesmo o chaveiro pendurado em uma mochila, bolsa, estojo, caderno, …)), brincos, pulseira, anel, etc.), não há problema algum nisto. Esta prática não está associada com os mandamentos judaicos. Para você, usar esse colar é apenas uma maneira de demonstrar o seu apoio aos judeus e ao judaísmo, e em caso de questionamento esta pode ser a sua explicação.

 

Por Noahidebr e Ask Noah.org

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