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Nova página do site noahidebr.com

B”H

 

No mês de aniversário do site noahidebr.com, uma nova página, Graças a D’us.

 

Confira:

 

https://noahidebr.com/palavras-do-rebe-a-toda-a-humanidade-a-todos-os-nao-judeus-do-mundo/

 

 

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Bnei Nôach, uma religião?

B”H

 

Perguntas E Respostas

 

(Atenção:
Nas palavras transliteradas, o “ch” tem som de “RR”. Exemplo: Nôach.

Nas palavras transliteradas, o “sh” tem som de “CH”. Exemplos: Bereshít; Hashém.)

 

Perguntas E Respostas

 

É o movimento Bnei Nôach uma religião – uma nova religião? É o movimento Bnei Nôach uma religião para não-judeus criada por rabinos?

 

Por Rav Moshe Genuth (Chabad)

 

Em nossos tempos, o Rebe de Lubavítch – Rabí Menachem Mendel Schneerson – trouxe as leis dos Bnei Nôach (Filhos de Noé) à vanguarda de nossos esforços por trazer a paz definitiva e a prosperidade ao povo judeu e ao mundo inteiro. Repetidamente o Rebe explicou que o mundo está preparado para aceitar a responsabilidade destas leis e de renovar o pacto feito entre Nôach (Noé) e o Todopoderoso depois do Dilúvio, como lemos em Bereshít/Gênesis.

As Leis dos Bnei Nôach não são outra religião que os judeus estão tentando encorajar os não-judeus a aceitar. Decerto, elas não são de forma alguma uma religião, mas sim uma estrutura para criar um mundo melhor, uma humanidade melhor baseada na união da qual cada ser humano pode desfrutar com seu CRIADOR.

Mesmo que práticas à primeira vista, em geral o pacto de Nôach é baseado em princípios cujo valor e importância para criar uma sociedade justa e moral são facilmente reconhecidos pela maioria, se não por todos os povos do mundo em nossos dias.

Mas os princípios destas leis são diferentes de qualquer conjunto de leis racionais que podem ser estabelecidas por um tribunal da atualidade, porque foram estabelecidas pelo PRÓPRIO CRIADOR e entregues a nós como a base para SEU relacionamento com a humanidade como um todo.

Para além de seus aspectos positivos, o renascimento espiritual que o mundo experimenta hoje tem produzido o que se descreve como um choque de civilizações, cujo final não pode ser previsto. Em vez de incentivar a paz, a compreensão e a tolerância, as diferentes atitudes e alegações que cristãos e muçulmanos propõem em relação ao CRIADOR estão ameaçando causar uma tremenda confusão. Este é exatamente o tempo para que o povo judeu cumpra com sua missão como povo escolhido por Hashém e, junto com os não-judeus que já adotaram e se comprometeram com as leis dos Bnei Nôach, se dedique a propagar a mensagem destas leis e oferecer esperança, na forma de um pacto verdadeiramente universal entre o homem e Hashém, de uma nova era que pode emergir sobre todos nós.

O Rebe de Lubavítch imputou sobre seus irmãos e irmãs judeus a necessidade e obrigação de serem receptivos às necessidades espirituais dos não-judeus, até chegarem aos seus corações com A Verdade. Por conseguinte, a maioria dos centros Chabád Lubavítch estão procurando ensinar aos não-judeus como serem Bnei Nôach ao mesmo tempo em que os conecta com a autoridade de Torá local para propiciar seu crescimento contínuo e feliz.

De acordo com o Rebe, trazer as sete leis dos Bnei Nôach para o mundo gentio é um dos esforços mais valiosos para todos os judeus.

 

Por Rav Moshe Genuth (Chabad)
© Rav Moshe Genuth

Rav Moshe Genuth é o editor em inglês do livro Cabalá e Meditação para as Nações do Rav Yitzchak Ginsburgh (também Chabad).

 

Traduzido do espanhol por Noahidebr/Bnei Noach do Brasil
© 2015-2018 Noahidebr

https://noahidebr.com/copyright/

 

MAS…

Se Bnei Nôach não é uma religião, significa isso que os Bnei Nôach não tem obrigação de acreditar em D’us e de orar para D’us?

Será que acreditar em D’us e orar para ELE torna o movimento Bnei Nôach uma religião?

O Rebe responde estas perguntas. Veja em:

https://noahidebr.com/palavras-do-rebe-a-toda-a-humanidade-a-todos-os-nao-judeus-do-mundo/

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Mandamentos para os judeus e mandamentos para os Bnei Noach

B”H

 

Mandamentos para os judeus e mandamentos para os Bnei Noach

 

Você sabia que existem Mandamentos exclusivamente JUDAICOS, ou seja, que são apenas para os judeus (ou, em outras palavras, que são proibidos para os Bnei Noach)?

Você sabia que as Leis de Noé não são somente Sete? Você sabia que muitos dos 613 mandamentos da Torá são subdivisões ou ramificações das Sete Leis?

Você sabia que existe um limite de até onde um noaíta pode ir no cumprimento de mitsvót? E que esse limite foi estabelecido pelo PRÓPRIO D’us, Hashém, e não por algum humano?

 

“Prestem muita atenção:

Além de nossas 7 leis e suas derivações (dezenas)[, nós, Bnei Noach,] podemos adotar qualquer mandamento “judaico” em todos os seus detalhes, desde que seja lógico ou proporcione um benefício tangível para a sociedade, para si mesmo ou para o mundo como um todo(*.”

* Este é o caso, unicamente, do tipo de mandamentos chamados Mishpatím.)

Extraído do Curso das Leis Noaíticas da Yeshivá Pirchei Shoshanim.

 

O Rav Ariel Groisman (que tem seus vídeos sobre Bnei Nôach postados no site do Chabad) explica o significado de: “podemos adotar qualquer mandamento “judaico”” e destemidamente exorta-nos:

“Não (podemos adotar) aqueles mandamentos que são exclusivos e identificadores do povo judeu (os Edót), por exemplo: FESTIVIDADES, SHABÁT, TALÍT, TEFILÍN, MICVÊ, etc.
Se vão imitar os judeus, façam-no com respeito (aos Mishpatím: )à solidariedade, caridade e justiça social que eles praticam, e com respeito à perseverança no estudo da Torá.
Se deseja imitar o povo judeu, faça-o com respeito a estudar e ensinar os valores da Torá, e os atos de justiça social e beneficência. Eles fazem isso. Imite-os.”

 

O Rav Ariel Groisman é Rabino do Centro de Estudos do Gran Templo Paso de Buenos Aires, Argentina, e co-fundador e co-diretor do centro noajidas.org, um Centro de Estudos virtual e físico dos Sete Princípios Universais.

http://www.noajidas.org

 

Veja também

 

https://noahidebr.com/2018/04/02/o-modo-de-vida-dos-bnei-noach/

 

https://noahidebr.com/2016/03/27/exceto-as-sete-leis-de-noe-pode-um-nao-judeu-observar-mitsvot/

 

https://noahidebr.com/2016/08/01/maimonides-e-os-bnei-noach/

 

https://noahidebr.com/2017/12/02/noaitas-e-os-613-mandamentos-judaicos-divinos-ou-a-criacao-de-ritos/

 

https://noahidebr.com/2018/05/06/nao-recebemos-nenhum-merito-por-observar-mandamentos-que-nao-nos-sao-pertinentes/

 

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Não há necessidade de um não-judeu converter-se ao Judaísmo para desfrutar um relacionamento pessoal com D’us

Por pt.chabad.org

 

Pergunta:
Não sou judeu. Compartilho da crença judaica em D’us. Preciso me converter? Posso, se assim desejá-lo?

 

Resposta:
Você precisa ser judeu para ir para o Mundo Por Vir?
Não.

A crença em D’us, embora seja uma contribuição judaica, de forma alguma é monopólio dos judeus. Toda a humanidade deve crer em D’us e, na verdade, o Judaísmo encoraja esta crença. Não existe “crença judaica” em D’us – há um único D’us no qual os judeus crêem e ensinam todos a acreditar.

Além disso, D’us deu a Torá, com suas 613 mitsvót (mandamentos), ao povo judeu. No entanto, ELE também deu aos povos não-judeus um código moral paralelo que complementa a Torá: as Sete Leis de Nôach (Shéva Mitsvót Nôach). ELE espera que todos seres humanos e sociedades vivam segundo este código.

As sete categorias gerais do Código são: 1) Não matar. 2) Não roubar. 3) Não cometer adultério ou incesto. 4) Não blasfemar. 5) Não comer o membro de um animal enquanto este está vivo. 6) Não adorar ídolos e 7) Estabelecer um sistema de justiça.

Os Sábios nos dizem que um não-judeu que cumpre estas leis tem as mesmas recompensas no Mundo Vindouro que um judeu que cumpre as 613 mitsvot. Portanto, não há necessidade de um não-judeu converter-se ao Judaísmo para desfrutar um relacionamento pessoal com D’us.

Se, no entanto, um não-judeu deseja converter-se ao Judaísmo, ele ou ela pode fazê-lo passando pelos mesmos processos que o povo judeu passou quando se tornou judeu, isto é: 1) Circuncisão (no caso de homens); 2) Imersão no micvê para a conversão; 3) Aceitar e cumprir as 613 mitsvot na sua totalidade. Tudo isso deve ser feito na presença de uma autêntica Corte Rabínica.

Porém independentemente da religião, estamos todos no “time de D’us”, e o “esporte” que estamos jogando é tornar este mundo um local melhor. No Judaísmo, não há ser humano que não tenha seu lugar, propósito ou importância.

Que cada um faça sua parte!

 

Por pt.chabad.org

 

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Feliz Rosh Hashaná

Feliz Rosh Hashaná

O Ano Novo (Rosh Hashaná) do calendário judaico é diferente do ano novo do calendário cristão e do ano novo do calendário islâmico, pois o calendário judaico é bíblico e o seu Ano Novo não celebra um evento judaico, antes, tem um significado todo especial para todas as pessoas do mundo, pois celebra o 6° Dia da Criação, a saber, a data em que D’us criou os primeiros humanos, Adám e Havá. Assim, hoje, 02/10 (no fim da tarde), celebra-se o ano de 5777 da Criação da Humanidade.
É importante que todos os povos conheçam A Verdade de que D’us não deu NENHUMA religião para Adám e Havá (sim, a religião é invenção humana), antes, D’us lhes deu uma doutrina composta de mandamentos, que, na verdade, todas as pessoas do mundo devem seguir.
D’us, O D’us Criador de Adám e Havá, O D’us de Israel, é O D’us de toda a humanidade (Adám e Havá não eram judeus), UM SÓ e O MESMO. Não há nenhum outro. “ELE” é O INFINITO. Tudo existe NELE. Todos estamos “dentro” DELE. Nada – e ninguém – está “fora” DELE.
Está profetizado que todas as pessoas do mundo abandonarão suas religiões e se voltarão voluntariamente para O D’us de Israel e assim para A Fé Original, a doutrina dos Mandamentos Universais (Zacarias 8:23; Jeremias 16:19-21; Isaías 2:1-4; 11:9; Salmos 96; 97; 98; 117).

Que você tenha um Ano Novo bom e doce.

Bendito é D’us.

 

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Os Sete Mandamentos dos Filhos de Nôach (Noé)

Os Sete Mandamentos dos Filhos de Nôach* (Noé)

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* Na transliteração dos termos hebraicos o “sh” tem som de “CH” (exemplos: “Hashém”, “Shéva”, etc.), e, (na transliteração dos termos hebraicos) o “ch” tem som de “RR” (exemplos: “Nôach”, etc.).

 

Por Rav Eliezer Shemtov (Chabad)

 

O judaísmo não é proselitista; não busca converter toda a humanidade em judeus, já que crê que cada ser humano tem sua missão especial Divinamente outorgada, sem a necessidade de se tornar judeu. Não obstante, o judaísmo contém sim uma proposta de vida para as nações que não são judias.

Segundo nossas tradições, existe um código de ética universal conhecido como os Sete Mandamentos dos Filhos de Noé (Shéva Mitsvót Hashém le’Bnei Nôach), que vem a ser o plano Divino para a humanidade. O gentio (não-judeu) que cumpre este código tem assegurado um lugar no mundo vindouro e é comparado a um Cohen Gadol (Sumo Sacerdote), aquele que entrava no Santo dos Santos no Yom Kipúr.

Segundo relata o Talmúd, ao primeiro homem, Adám, D’us deu seis leis a respeitar:

1. Não adorar ídolos;

2. Não blasfemar;

3. Não cometer pecados de natureza sexual;

4. Não roubar;

5. Não assassinar;

6. Estabelecer tribunais de justiça para implementar o cumprimento dessas leis.

A sétima lei, não comer de animais vivos, foi dada apenas a Nôach (Noé) depois do Dilúvio, quando foi permitido comer carne animal. Esta permissão veio com a condição de que se mate o animal antes de comer sua carne. Daí vem a expressão Sete Mandamentos (Leis) dos Filhos de Nôach (Noé), porque são as sete leis divinamente outorgadas aos descendentes de Nôach (Noé), ou seja, a toda a humanidade.

Cada um desses mandamentos nada mais são que títulos; cada um deles contêm muitos detalhes e leis específicas. Você pode ler mais em:

MANDAMENTOS DIVINOS PARA TODOS OS DESCENDENTES DE NOÉ

https://noahidebr.com/2015/11/25/mandamentos-divinos-para-todos-os-descendentes-de-noe/

 

Maimônides (Rav Moshê ben Maimón) afirma que no Monte Sinai nós judeus fomos encarregados com a responsabilidade nacional e pessoal de nos preocupar em promulgar este código entre as nações, cada um de acordo com as oportunidades que tem.

Código Divino

Maimônides também observa que é fundamental que o respeito por este sistema se baseie no fato de que são mandamentos de origem Divina entregues por intermédio de Moisés. Aquele que cumpre com essas leis porque são leis Divinas, merece ser considerado um piedoso ((devoto) e justo) e sábio e tem um lugar no mundo vindouro. Aquele que cumpre com essas leis por iniciativa própia, simplesmente porque sua lógica assim o indica, sem atribuir-lhes origem Divina, não é considerado piedoso e nem (justo e) sábio entre as nações.

Ou seja, para alguém ser considerado piedoso e/ou sábio entre as nações, ele deve, antes de mais nada, reconhecer o fato de que D’us criou o mundo e deu a cada um de nós uma missão a cumprir.

Há quem questione esta afirmação e diga que o homem é capaz de ser correto e bom por conta própria, mais ainda, sem a intervenção de uma EXISTÊNCIA Suprema. Não é preciso ir muito longe na história para ver o que a sociedade alemã, uma civilização “sofisticada e correta”, foi capaz de fazer com milhões de seres humanos inocentes. Vê-se que os valores humanos baseados em critérios humanos não representam nenhuma garantia.

Enquanto há aqueles que perderam sua fé em D’us depois de ver tais barbáries, há aqueles que perderam sua fé no homem sem D’us…

Historicamente, não se viu um esforço para difundir este código. Por que, de repente, agora se fala deste assunto? A razão é muito simples: o judeu foi sempre perseguido sem direito de se expressar, especialmente em questões relacionadas à religião. Hoje em dia, visto que vivemos em sociedades democráticas onde a liberdade de expressão é permitida, temos a oportunidade, o dever e o privilégio de compartilhar com a sociedade este código ético.

Desde 1978, a cada ano, todo presidente dos E.U.A. assina, aprovado pelo senado e congresso, uma proclamação na qual proclama o dia do aniversário do Rebe de Lubavitch como dia Nacional da Educação. Em suas proclamações é destacada a contribuição do Rebe para a educação geral, ao promulgar a importância de uma educação baseada em valores éticos, especialmente como estão delineados no código bíblico das Sete Leis dos Filhos de Nôach (Noé).

Em 1995, o Rebe foi condecorado com a Medalha de Ouro entregue pelo Congresso dos E.U.A. em reconhecimento da sua contribuição para a educação geral.

Um Minuto de Silêncio

Em 1983, o Rebe falou sobre a preocupante realidade da delinquência juvenil e o que poderia ser feito a este respeito.

Ele apoiou a proposta do Minuto de Silêncio, segundo o qual cada dia de aulas – no sistema de educação pública – começa com um minuto de silêncio em que cada aluno deve refletir sobre o propósito da vida. Embora o Estado não possa intervir no conteúdo desse minuto de reflexão, ele pode e deve sim decidir que há que se dedicar tempo no começo do dia para pensar sobre o propósito da vida. A definição do conteúdo do mesmo seria tarefa dos pais, tutores ou guias espirituais de cada aluno.

Esta proposta também tem o benefício de oferecer aos pais a oportunidade de se envolverem na educação dos seus filhos e nas consequências positivas que isto traz.

Há muitos estados nos E.U.A. que implementaram esse Minuto de Silêncio no início de cada dia e viram uma queda significativa no índice da delinquência juvenil.

É uma proposta que não atenta contra a laicidade da educação; simplesmente oferece ferramentas para que esta educação produza alunos mais espiritualmente refinados e bem direcionados.

 

Por Rav Eliezer Shemtov

© Jabad (Chabad.org)

 

Traduzido do espanhol por Noahidebr

© Noahidebr 2015-2018

 

Veja também:

https://noahidebr.com/palavras-do-rebe-a-toda-a-humanidade-a-todos-os-nao-judeus-do-mundo/

 

Veja o Credo (a Declaração de Fé) para toda a humanidade – o Credo de Noé – em

https://noahidebr.com/apresentacao/

 

Sobre distribuir os nossos artigos, veja

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Caminhar na Presença de D’us

Caminhar na Presença de D’us

 

Nôach (Noé) não era cristão/messiânico e nem era muçulmano. Em seu tempo não existia o cristianismo (nem a sua vertente hebraísta, os messiânicos) e nem existia o islamismo. Nôach não acreditava em Jesus/Yeshua/Yahushua e nem acreditava em Muhammad (Maomé). Ainda assim, está registrado que “Nôach andava com D’us.” (Bereshit/Gênesis 6:9) Como isso era possível? De que maneira um não-judeu anda com D’us*?

 

* Sabemos que O Próprio D’us escolheu o Povo Judeu como o Seu Povo e lhes deu o Judaísmo. Mas Nôach também não era judeu, pois ainda não havia surgido o Povo Judeu.

 

UM NÃO-JUDEU CAMINHANDO NA PRESENÇA DE D’US

 

Por Rav Menachem Mendel Schneerson
(O Rebe)

 

Estou certo de que você conhece os assim chamados Sete Mandamentos dados por D’us a Nôach e seus filhos.

Estes são: (1) O estabelecimento de cortes de justiça; (2) a proibição de blasfêmia; (3) de idolatria; (4) de incesto; (5) de derramamento de sangue; (6) de roubo; (7) de comer carne de um animal vivo. Estes Sete Mandamentos, que D’us deu aos filhos de Nôach, i.e., a toda a humanidade, são as leis básicas, com ramificações de longo alcance que abrangem toda a vida da sociedade e do indivíduo, para assegurar que a raça humana será regida por estas leis Divinas de moralidade e ética, e que a sociedade humana será de fato humana, e não uma selva.[*]

[* Para saber mais sobre as Sete Leis, veja
https://noahidebr.com/2015/11/25/mandamentos-divinos-para-todos-os-descendentes-de-noe/ . ]

Certamente os judeus, filhos de Avraham, Yitschac e Yaacov, mais tarde receberam muitos mais mandamentos com obrigações para eles, mas não para o restante da humanidade. No entanto, isso de maneira alguma diminui o fato de que os não-judeus podem e devem buscar realização completa através da observância dos mencionados Sete Mandamentos da Humanidade, com todas as suas ramificações, pois, como são outorgados por D’us, proporcionam o veículo pelo qual se atinge a comunhão com D’us, e assim “caminhar sempre na presença de D’us”.

Eu gostaria de fazer uma observação adicional. Houve uma época em que alguns pensadores acharam que não havia necessidade de conectar as leis da ética e moralidade com a autoridade Divina, visto que estes são princípios racionais. O equívoco deste raciocínio agora é bastante claro. Vimos, em nosso próprio tempo, uma nação inteira que se gabava de grande progresso filosófico e sistemas éticos descer às maiores profundezas da depravação humana e barbarismo sem precedentes. E o motivo para isso foi que eles acreditavam poder estabelecer moralidade e ética baseadas na razão humana, sem se sujeitar à autoridade de uma Existência Suprema, tendo eles próprios se tornado uma super-raça, como pensavam. Certamente não há necessidade de elaborar sobre o óbvio.

A partir das declarações acima, fica claro que nenhum indivíduo pode se contentar com a própria observância dos Mandamentos Divinos, mas é sua responsabilidade com seus amigos, vizinhos e sociedade em geral, envolvê-los na observância dos Mandamentos Divinos na vida e na conduta diárias.

Desejando a você sucesso em seus esforços para atingir a verdadeira realização,

Com bênção,

Assinatura do Rebe

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