Palavras do Rebe a toda a humanidade (a todos os não-judeus do mundo)

B”H

 

 

 

 

O site noahidebr.com está completando 03 (três) anos, Barúch Hashém (Graças a D’us).

 

O site noahidebr.com traz para você:

 

Palavras do Rebe, Líder de nossa geração, para toda a humanidade (para todos os não-judeus do mundo).

Uma verdadeira aula do Rebe para todo o mundo sobre o que é ter fé de fato.

 

(Atenção:
Nas palavras transliteradas, o “ch” tem som de “RR”. Exemplos: Barúch; Melachím; Nôach, etc.

Nas palavras transliteradas, o “sh” tem som de “CH”. Exemplos: Moshé; Bereshít; Hashém; Shemót, etc.)

 

Se Bnei Nôach não é uma religião, significa isso que os Bnei Nôach não tem obrigação de acreditar em D’us e de orar para D’us?

Será que acreditar em D’us e orar para ELE torna o movimento Bnei Nôach uma religião?

 

◆ D’us/ateísmo;
◆ NÃO 7 leis, mas 7 MITSVÓT (i.e., 7 Leis DIVINAS);
◆ a Fé requer conduta bíblica (toraica), e conduta bíblica se baseia nas Mitsvót Universais, não nas religiões — (todas elas) invenções humanas;
◆ as crianças;
◆ o Mashíach (o verdadeiro messias);
◆ Era Messiânica.

 

Uma não-religião não quer dizer uma não-espiritualidade

 


As Sete Leis Divinas Universais ordenadas para Noé e seus descendentes — isto é, para toda a humanidade — são o projeto que Hashém, O Todopoderoso, deu a Moisés para permitir que todos os humanos vivam em harmonia e paz.


 

 

Por O Rebe (Rav Menachem Mendel Schneerson)

 

Traduzido e editado por Noahidebr
© 2015-2018 Noahidebr
© Chabad.org

 

A Lei de D’us para todas as pessoas

 

O Rav Maimônides (ou Rambám) — Rabí Moshé ben Maimón — decreta que um não-judeu deve guardar as Sete Leis Noaíticas não por ele estar intelectualmente de acordo com elas mas porque elas foram ordenadas a ele por D’us através de Moisés no Sinai¹.

Nossa geração testemunhou a maior prova de que a ética baseada exclusivamente na razão humana não dura por muito tempo. Um país reconhecido como o mais democrático, culto e intelectualmente avançado da Terra se transformou da noite para o dia em um regime brutal, perpetrando as atrocidades mais desumanas da história e mergulhando o mundo inteiro em um estado de caos e devastação.

A única garantia para evitar que um evento como esse se repita é os sistemas de lei terem por base a premissa de que existe uma Divindade Onipotente que criou e dirige toda a existência, e que esta Divindade transmitiu, através de Moisés, instruções claras para guiar a humanidade.

Todos os seres humanos são ordenados a acreditar em D’us. Mas devem eles confiar NELE também?

O objetivo das Sete Leis Noaíticas é a humanidade civilizar o mundo de uma forma divina. Então, para cumprir esta missão corretamente a pessoa deve acreditar na premissa de que D’us é bom — e somente bom — e que, por esse motivo, ela deve imitá-LO, promovendo a bondade na Terra.

E se D’us é a fonte de todo o bem, então certamente cada pessoa, independentemente de sua cor ou origem, deve voltar-se para D’us pedindo por suas necessidades² e confiar NELE, que ELE vai fazer somente o bem.

Vamos considerar o significado destes dois termos: acreditar e confiar.

A crença não afeta necessariamente a conduta de uma pessoa. Nossos Sábios dizem que antes de invadir uma casa, um ladrão ora pedindo a D’us êxito em seu trabalho.

Será que essa pessoa acredita em D’us? Sim porque ela está orando para ELE. Mas então como é possível ela roubar?

Este é justamente o ponto. A fé e a crença tocam um ponto acima de nossas mentes. A crença em D’us não se baseia nas provas intelectuais, mas na fé.

Não podemos entender D’us, pois a SUA infinitude ofusca o nosso intelecto. Antes, relacionamo-nos com ELE transcendendo a nossa lógica, entregando-nos a uma sensação interior da SUA presença. Visto que A DIVINDADE é a verdade suprema de toda a existência, todos nós temos o potencial para perceber a SUA existência. Esta percepção não é meramente intelectual; é uma experiência real DELE, “uma voz mansa e delicada”{*} cuja mensagem ressoa no céu e penetra na agitada vivência terrena.

{* Uma referência a Melachím B/2 Reis 19:12.}

Mas, como a fé está acima do intelecto, isso deixa espaço para uma dicotomia. Tal como no caso do ladrão, as crenças de uma pessoa podem ser separadas de sua mente e conduta. Muitas pessoas falam sobre acreditar em D’us ou ter D’us em seus corações. O desafio da fé não é apenas acreditar. Na verdade, simplesmente ter fé não é nenhum desafio, já que a fé é uma parte inerente de nossa existência. Todos nós nascemos com fé. Nosso desafio é agir NA fé, de modo que nosso compromisso espiritual influencie nosso pensamento e conduta diários. Isso é o que significa confiar em D’us.

Ao dizermos: “confio em D’us”, fazemos muito mais do que fazer uma declaração geral de crença em D’us, convidamo-LO a SE tornar um parceiro ativo em nossas vidas.

Essa confiança em D’us é uma necessidade fundamental. É impossível construir uma sociedade justa e moral sem confiança em D’us e dependência de SEUS princípios.

Uma geração atrás, esta afirmação poderia ter sido contestada no campo de batalha da lógica. Este não é mais o caso, pois a história recente fornece a prova mais clara e convincente. No início de 1900, o líder da civilização, o mestre da ciência e da cultura, da filosofia e da ética era a Alemanha. E vejam o que aconteceu! Foram perpetrados os mais hediondos crimes e atrocidades na história — tudo em nome do progresso da humanidade. De modo geral, os defensores da ciência e da cultura não resistiram ao regime nazista. Eu vivi na Alemanha naquela época, e vi a esmagadora maioria, não só do povo comum, mas também da intelectualidade{*}, colaborar com o regime nazista.

{* Da elite intelectual.}

O que estava faltando? A consciência de um regulamento imparcial de verdade espiritual dado por D’us. Sem este regulamento, nós — como sociedade e como indivíduos — podemos definir os nossos próprios valores caprichosamente e aí justificá-los a nós mesmos e aos outros.

Há uma saída? Não de acordo com a sabedoria mortal, porque esta está sempre sujeita a subornos de interesse próprio. Existe a necessidade de um regulamento imparcial imutável, uma estrutura de verdade {espiritual} e leis Divinas para servir como a base para nossas vidas e para a sociedade.

Um compromisso honesto com D’us permite que uma pessoa supere a tendência natural para o interesse próprio e considere o bem-estar dos outros.

O Rav Maimônides escreve perto do fim do Mishnê Torá, seu abrangente código da lei judaica:

“Moisés {o maior de todos os profetas} foi ordenado pelo Todopoderoso a influenciar todos os habitantes do mundo a aceitar os Sete Mandamentos dados aos descendentes de Noé. … Estes Mandamentos devem ser aceitos e observados porque D’us ordenou-lhes … e nos instruiu sobre eles através de Moisés … . Aquele que os observa somente por convicção intelectual não é devoto {de Hashém} e nem sábio.”

Os Sete Mandamentos incluem proibições contra a adoração de falsos deuses, a blasfêmia, o homicídio, o incesto e o adultério, o roubo, o comer a carne de (e, por extensão, toda a crueldade com) um animal vivo, e a responsabilidade de estabelecer leis e tribunais justos.

Estes princípios têm servido como base para os sistemas jurídicos da maioria das civilizações ao longo dos séculos, pois quase toda sociedade tem visto a importância de proteger a vida humana, a propriedade e a estrutura da família. O Rav Maimônides, no entanto, fornece uma base sólida para esta moralidade: a aceitação dos Mandamentos de D’us.

Justiça e ética não podem ser seguras se se sustentam unicamente da instável sabedoria mortal. O âmago {delas} tem de consistir de um critério objetivo, um padrão de verdades divinas com o qual sempre avaliamos a nossa conduta, um conjunto de valores internos que são imutáveis e inalteráveis, verdades que são óbvias.

Estas diretrizes enfocam a crença em D’us {(Bereshít/Gênesis 1:27; 2:16; 6:8-9,13,22; 7:1; 8:15-16,20; 9:1,8-9,17)} e as nossas responsabilidades espirituais para com ELE.

Uma não pode existir sem a outra. A fé genuína em D’us requer conduta moral, e a conduta moral só pode prosseguir de maneira estável e contínua quando baseada na confiança em D’us.

Todas as pessoas, e não só os judeus, têm de acreditar em D’us e vivenciar D’us. {Esta é a primeira Lei Divina dos filhos (descendentes) de Noé.}

Até mesmo inclusive a educação de uma criança deve se basear em verdades universais. A criança deve entender que existem regras absolutas na vida, e que estas {regras} vêm de um CRIADOR absoluto que as incorporou na própria estrutura do Universo.

Isso causa uma forte impressão nas crianças, dotando sua vida de significado, propósito e direção. Elas aprendem que o mundo tem um MESTRE — não uma abstração filosófica, mas um D’us pessoal que SE interessa muito pelos assuntos de cada indivíduo, e a QUEM todo o mundo tem de prestar contas.

Uma criança deve perceber que suas ações (ou falta de ação) são importantes e têm consequências. Deve-se ensinar-lhe a responsabilidade e a sensibilidade para com os outros. A chave para estas virtudes positivas é um relacionamento bem fundamentado com D’us.

Nossos filhos devem aprender que o mundo não é uma selva. Uma criança deve se tornar consciente do “Olho que vê, e do Ouvido que ouve”, de um D’us onipresente que deu para a humanidade regras de conduta adequada, e que vigia para ver se estas {regras} são respeitadas.

É no nível pessoal que as Leis Noaíticas são mais poderosas, já que é através de nossas vidas que a influência cria uma mudança real. Ao melhorar nós mesmos, melhoramos o mundo.

Significativamente, o Rav Maimônides finaliza seu resumo da lei judaica, o Mishnê Torá, com uma explanação das Sete Leis Divinas Universais, e uma descrição da vinda do Mashíach {o verdadeiro messias}. Estas Sete Leis exprimem o projeto de D’us para a harmonia, a paz e a justiça entre os homens. Conforme este projeto é realizado, o mundo é empurrado para mais perto de seu propósito final — a era do Mashíach.

O Rav Maimônides diz que o Mashíach “vai aperfeiçoar o mundo todo, [motivando] todas as nações para servirem D’us unidas”, e, além disso: “nessa era, não haverá fome nem guerra, nem inveja nem brigas, porque o bem fluirá em abundância e … a ocupação do mundo inteiro será unicamente conhecer D’us {Hashém}.”{*

* Tsefaniáh/Sofonias 3:9; Yecheskél/Ezequiel 36:29b-30; Yeshayáhu/Isaías 2:1-4; 11:9; 40:5.}

O judaísmo explica que as recompensas são dadas “medida por medida”. Deste modo, a perfeição do mundo a ser conseguida por Mashíach ocorrerá como resultado de muitas pessoas fazerem sua parte para aperfeiçoar o seu ambiente. Esta perfeição pode ser alcançada através da observância das Sete Leis Divinas Universais.

Estes conceitos têm adquirido relevância adicional em nossa situação atual. O décimo segundo dos 13 Princípios da Torá — a Torá da Verdade, a Torá de Hashém — compilados por Rav Maimônides declara:

“Creio com plena fé na vinda do Mashíach. Mesmo que ele demore, vou aguardar todos os dias a sua chegada.”{*

* Chabacúc/Habacuque 2:3; Yirmiyáhu/Jeremias 23:5; 33:14-15.}

De fato, o mundo como será no tempo do Mashíach — uma sociedade na qual a humanidade viverá em paz, harmonia e prosperidade — é o propósito da Criação, e este propósito pode agora ser alcançado. Em épocas anteriores, no entanto, a vinda do Mashíach era um ideal tão divorciado da realidade diária que a maioria a considerava como um sonho piedoso, não como um princípio real para a vida. Hoje, o pano de fundo para sua chegada já foi criado, e são somente as nossas deficiências espirituais que impedem-na de se tornar uma realidade.

O que, no mundo, em nossos dias, ainda não é messiânico? A humanidade.

O Rav Maimônides afirma: “Não haverá diferença entre o tempo atual e a era do Mashíach, exceto a [emancipação da] submissão [de Israel] aos reinos [gentios]”. Pois na era messiânica, todas as dimensões materiais de nossa existência continuarão. O que mudará então? Nós!

A nossa {época} é uma época de transição, e, como em todos os tempos, a paz de espírito que nos vem do fato de sabermos para onde estamos indo deve surgir de dentro, a partir do fundamento dos valores e princípios pessoais. Assim, não é surpreendente, em nossa sociedade, as pessoas estarem despertando espiritualmente e procurando se relacionar com D’us.

O nosso desafio é sermos honestos nessa busca e não comprometermos nossos valores em prol de ganho pessoal ou gratificação imediata. Nem a nossa busca pode ser egoísta, afastada dos outros ao nosso redor. Em vez disso, devemos nos aproximarmos e compartilharmos nossas idéias com eles.

Ao vivermos com a Redenção — antecipando o conhecimento, a harmonia e a paz da era messiânica em nossas vidas diárias — podemos apressar a disseminação destes valores em todo o mundo.

Que todas estas atividades {vivênciar D’us pela observância das Mitsvót Universais} conduzam à revelação do bem supremo no mundo, à compreensão de que “tudo foi criado para SUA glória.” {Pirkê Avót 6:11} Isto prenunciará a chegada da era em que “D’us {Hashém} reinará para todo o sempre” (Shemót/Êxodo 15:18) — com a vinda do Mashíach, que trará a redenção completa e definitiva. Que seja em breve, Amén.

 

 


“Louvai a Hashém{*}, ó vós, todas as nações! Louvado seja ELE por todos os povos! Porque imensa é SUA constante bondade para conosco, e para sempre durará SUA fidelidade. Louvado seja Hashém!” — Tehilím/Salmos 117.

{* Hashém, O CRIADOR, O D’us da Torá, O D’us de Israel, O D’us de Adám e Nôach.}


 

Por O Rebe (Rav Menachem Mendel Schneerson)

 

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NOTAS

¹ O “não-judeu deve guardar as Sete Leis Noaíticas não por ele estar intelectualmente de acordo com elas mas porque elas foram ordenadas a ele por D’us através de Moisés no Sinai”:

Mesmo que as religiões, quaisquer delas (cristianismo, islamismo, budismo, etc.), de uma forma ou de outra preguem estas Sete Leis, não basta para os não-judeus pertencerem a essas religiões ou se simpatizarem com os ideais delas.
Qualquer não-judeu só serve D’us — só é “Devoto de D’us (Hashém)” — quando ele aceita que foi O PRÓPRIO D’us, O PRÓPRIO CRIADOR, Hashém, QUEM lhe ordenou estes Mandamentos por ocasião da Revelação da Torá “para Moshé Rabênu (Moisés nosso mestre) no Har Sinai {no ano hebraico de 2448}. Explica o Rebe: “A razão pela qual estes Sete Mandamentos devem ser observados é importante. O Rav Maimônides decreta que os Bnei Nôach (Filhos de Noé) devem ‘aceitar e cumprir’ estes Mandamentos “porque D’us ordenou-lhes em SUA Torá e nos informou através de Moshé Rabênu que os descendentes de Noé foram obrigados a cumpri-los.”” (Rambám, Hilchót Melachím/As Leis dos Reis 8:11{*}). Um não-judeu que segue estas instruções é considerado um “gentio justo”, “um dos Chassidéi Umót Haolám (ou, um dos Chassidím Shel Umót Haolám) — Devotos (de Hashém) entre as nações” — que merece um lugar no Olám Habá — o Mundo Vindouro (o mundo após a ressurreição dos mortos).

{* Veja também 10:9 onde consta explicitamente que “não se deve permitir-lhes dar origem a uma nova religião”.}

Se as pessoas não tivessem sido enganadas por religiões falsas, milhares e talvez milhões mais observariam as Mitsvót de Bnei Nôach — Leis Divinas dos Filhos de Noé — que lhes são ordenadas. É trágico que elas tenham sido enganadas em falsas crenças e práticas.

Felizmente, há entre os gentios um ressurgimento de interesse em observar os requisitos dados a eles na Torá. Agora existem muitos grupos e publicações dedicados a educar os não-judeus sobre suas responsabilidades haláchicas. Os requisitos dos não-judeus são geralmente conhecidos como as “Sete Mitsvót dos Bnei Nôach”, apesar de, na realidade, estas “Sete Mitsvót” serem realmente categorias.

Os judeus deveriam estar familiarizados com as halachót que se aplicam a um não-judeu, uma vez que é proibido fazer com que um gentio transgrida suas Mitsvót. Isto está incluído sob a violação da Torá de “Diante do cego não porás tropeço”. Neste contexto, o versículo significa: não se deve aconselhar mal (Avodá Zará 6b). Nós judeus estamos destinados a sermos “or lagoím” — “uma luz para as nações”, o que nos impõe a responsabilidade de educar os não-judeus a viverem as suas vidas corretamente, como Bnei Nôach tementes a D’us.” — Rav Yirmiyohu Kaganoff.

© Rav Yirmiyohu Kaganoff

Traduzido por Noahidebr
© 2015-2018 Noahidebr

 

² “Cada pessoa, independentemente de sua cor ou origem, deve voltar-se para D’us pedindo por suas necessidades”:

“Se uma pessoa acredita em D’us, que necessidade tem ela de alguma outra divindade? A resposta que alguns não-judeus dão é que, por ser tão elevado, D’us é inacessível sem um intermediário{*}.

{* Por exemplo, no caso do cristianismo, Jesus (ou Yeshua).}

D’us é infinito. Dizer que ELE precisa de um mediador [qualquer que seja ou quem quer que seja] para ouvir nossas preces é negar SUA infinita sabedoria.
Portanto, um dos fundamentos de nossa fé é acreditar que toda oração deve ser dirigida diretamente a D’us. Não se pode rezar a mais ninguém nem a mais nada.” — Rav Aryeh Kaplan.

© Rav Aryeh Kaplan

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Para as respostas às perguntas:

● D’us existe?

● Se sim, qual é a prova disso?

● Se D’us existe, por que ELE não SE revela para a Humanidade?

● O Judaísmo, invenção humana ou Revelação Divina?

● Os judeus, povo de D’us?

● Existe mesmo A Palavra de D’us?

● E se sim, qual é Ela?

Veja a série de sete matérias de
Seis textos especialmente selecionados para as questões

E para as respostas às perguntas:

● D’us existe?

● Se D’us existe, qual é a prova de Sua Existência?

● Por que D’us não SE “mostra” (SE revela) à Humanidade?

● E se D’us existe, O QUE é D’us?

Veja a outra série de sete matérias de
A Prova da Existência de D’us

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