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O Credo de Noé (Declaração Noaítica)

B”H

 

Em homenagem ao Rebe (Rav Menachem Mendel Schneerson), Líder de nossa geração.

 

 

O Credo de Noé (Declaração Noaítica)

 

 

Veja em:

https://noahidebr.com/apresentacao/

 

E já adicionado ao:

https://noahidebr.com/2017/09/09/guia-de-bencaos-e-oracoes-diarias-para-os-bnei-noach/

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Os Noaítas e o uso da kipá

Matéria reformada (Junho 2018).

Essa matéria foi originalmente publicada em 23/11/2015.

 

 

Os Noaítas (Bnei Noach/Filhos de Noé) e o uso da kipá

 

Perguntas E Respostas

 

Pergunta:

Pode um homem Noaíta (Ben Noach/Filho de Noé) usar kipá (a kipá Bnei Noach) na rua, no trabalho, … enfim, fora de casa e fora da sinagoga?

 

Resposta:

O Curso das Leis Noaíticas da Yeshivá Pirchei Shoshanim exorta os Bnei Nôach (em geral, i.e., os homens e as mulheres):

“Esforce-se em ser [sensato e] determinado ao pôr em prática sua identidade espiritual. Não passe [aos outros] mensagens confusas [por meio de seu comportamento] porque isso reflete desconhecimento, dúvidas pessoais ou rebeldia, que mal [os] guiarão.”

E declara:

“Assim, não está permitido [aos Bnei Noach (homens)]:

Usar kipá fora da sinagoga[*] (pois que em um contexto social onde a kipá já é logo associada à identidade judaica, a mensagem que isso transmite é fortemente confusa).”

 

E mesmo dentro da sinagoga “não é uma boa idéia que Bnei Noach (homens Noaítas) escolham uma Kipá idêntica a usada pelos judeus, pois outras pessoas podem erroneamente confundir um não-judeu com um judeu. Isto pode levar a confusões com relação à conduta muito mais rígida que a Torá requer dos judeus. Uma maneira de fazer uma Kipá diferente é decorá-la com as palavras “Bnei Noach”, ou algo similar.” – Rav Yitschak Ginsburgh (Cabalá e Meditação para as Nações)

 

Você, noaíta (Ben Noach=Filho de Noé/Bat Noach=Filha de Noé), sim, cada um de vocês (Bnei Noach=Filhos de Noé/Benót Noach=Filhas de Noé) tem de ter o extremo cuidado de interiorizar as seguintes palavras do Rav Tzvi Freeman, do Chabad.org. (e, obviamente, suspeitar daqueles não-judeus e judeus (mesmo rabinos) que falam e agem em contrário).
Ele disse:

“O caminho do Ben Noach está integralmente ligado ao povo judeu, como afirma claramente o Rambam [(Rav Maimônides). Porém, é importantíssimo ressaltar que, apesar disso (apesar dessa ligação),] nós (judeus) não queremos criar uma nova religião. E tampouco queremos que Ben Noach esteja imitando as práticas que são específicas para o povo judeu.” Em outras palavras, nós, judeus, não queremos fazer dos Bnei Noach uma religião. E tampouco queremos que eles próprios se transformem em um movimento judaizado e judaizante.

 

Traduzido por Noahidebr.

 

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Kipá Bnei Noach

https://noahidebr.com/2015/11/23/kipa-bnei-noach/

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Qual é a atitude judaica com relação a Jesus?

Qual é a atitude judaica com relação a Jesus?

 

Por Michael Asheri

 

 

O judaísmo não deve nada ao cristianismo, muito obviamente, mas não é tão óbvio o fato de que o cristianismo não deve quase nada ao judaísmo. As duas religiões têm pouco, se é que têm alguma coisa, em comum.

Com frequência, não-judeus perguntam a judeus: “Qual é a atitude judaica com relação a Jesus?” A resposta honesta a essa pergunta é: “A atitude judaica para com Jesus é exatamente a mesma que a atitude cristã para com Maomé.” Esta é uma resposta precisa e um paralelo válido. Maomé apareceu quando o cristianismo já estava com diversos séculos de existência e afirmou ser o último dos profetas. Ele reconheceu tanto a Bíblia quanto o Novo Testamento como livros verdadeiros e tanto os profetas hebraicos quanto Jesus como homens santos. Contudo, alegou que sua revelação era a verdadeira e final, suplantando tudo o que havia acontecido antes. Isto é quase o mesmo que Jesus fez, ou pelo menos o que seus seguidores fizeram. Reconheceram a Bíblia, chamaram os profetas e as figuras da Torá de portadores da verdade, mas terminaram dizendo que sua revelação tornava as leis da Torá letra morta, porque a aceitação de Jesus tomava seu lugar. As declarações dos cristãos culminaram na doutrina de que Jesus era Deus encarnado, afirmação que ninguém jamais fez a respeito de Maomé.

É seguramente relatado que o Islã conquista mais convertidos a cada ano do que todas as religiões do mundo juntas, inclusive todas as seitas cristãs. Apesar disso, e apesar do reconhecimento de Jesus como um santo profeta pelo Islã, a maioria dos cristãos ficaria em posição difícil se tivesse de dizer em que ano ou até mesmo em que século nasceu Maomé. Essa atitude, com modificações no grau de conhecimento, descreve a visão que os judeus têm de Jesus. Sabemos que ele viveu e temos uma vaga idéia do que pregou, mas é só. A idéia disseminada de que os judeus, embora rejeitando a reivindicação de Jesus à divindade, consideram-no um grande mestre e uma grande figura moral é completamente falsa. Não aceitamos suas reivindicações e somos indiferentes a seus ensinamentos; simplesmente não estamos interessados nele ou no que disse, assim como os cristãos não estão interessados em Maomé.

Quanto ao Novo Testamento, os judeus que se deram ao trabalho de lê-lo descobriram estar em desacordo com grande parte do que ele contém. Quando lemos no Evangelho segundo Mateus, 8, 21-22: “E outro de seus discípulos lhe disse: “Senhor, permite-me que primeiramente vá sepultar meu pai.” E Jesus, porém, disse-lhe: “Segue-me, e deixa que os mortos sepultem os seus mortos””, mal sabemos que lição extrair disso. A idéia de que é possível a um homem salvar a sua alma deixando insepulto o corpo de seu pai é algo que a mente judaica é incapaz de aceitar. Dizer que o fim, neste caso a salvação da alma, justifica os meios provoca a resposta judaica de que um fim que emprega esses meios não é um fim que nos interesse.

Pouco sentido há em ir além nas doutrinas contidas no Novo Testamento, exceto para dizer que elas explicam, em grande parte, a assinalada falta de sucesso que os cristãos experimentaram em converter os judeus à sua religião. Na realidade, o paganismo dos gregos, em sua época, fez maiores incursões em Israel do que o cristianismo jamais foi capaz de fazer.

Quando os meus alunos nos Estados Unidos me perguntavam: “Devemos respeitar a religião de nossos vizinhos?”, minha resposta era: “Claro que não. Mas vocês devem respeitar seus vizinhos, e por isso não podem encontrar falhas na religião deles, porque fazê-lo seria desrespeitá-los como pessoas.” Uma vez que quase não existe um terreno comum entre o cristianismo e o judaísmo, apesar da divulgação de concepções errôneas em contrário, é provável que qualquer discussão de religião com os não-judeus seja uma perda de tempo, e os judeus são aconselhados a dela se absterem. A franqueza, em particular, pode facilmente levar a ressentimentos; há muitas coisas que é melhor deixar de dizer.

 

 

Por Michael Asheri em “O Judaísmo Vivo: as tradições e as leis dos judeus praticantes”, Imago Editora, 1987.

 

Michael Asheri é escritor e antropólogo.

 

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Mandamentos para os judeus e mandamentos para os Bnei Noach

Mandamentos para os judeus e mandamentos para os Bnei Noach

 

 

Você sabia que existem Mandamentos exclusivamente JUDAICOS, ou seja, que são apenas para os judeus (ou, em outras palavras, que são proibidos para os Bnei Noach)?

Você sabia que as Leis de Noé não são somente Sete? Você sabia que muitos dos 613 mandamentos da Torá são subdivisões ou ramificações das Sete Leis?

Você sabia que existe um limite de até onde um noaíta pode ir no cumprimento de mitsvót? E que esse limite foi estabelecido pelo PRÓPRIO D’us, Hashém, e não por algum humano?

 

 

“Prestem muita atenção:

Além de nossas 7 leis e suas derivações (dezenas)[, nós, Bnei Noach,] podemos adotar qualquer mandamento “judaico” em todos os seus detalhes, desde que seja lógico ou proporcione um benefício tangível para a sociedade, para si mesmo ou para o mundo como um todo.”

Extraído do Curso das Leis Noaíticas da Yeshivá Pirchei Shoshanim.

 

O Rav Ariel Groisman explica o significado de: “podemos adotar qualquer mandamento “judaico”” e destemidamente exorta-nos:

“Não (podemos adotar) aqueles mandamentos que são exclusivos e identificadores do povo judeu, por exemplo: FESTIVIDADES, SHABÁT, TALÍT, TEFILÍN, MICVÊ, etc.
Se vão imitar os judeus, façam-no com respeito à solidariedade, caridade e justiça social que eles praticam, e com respeito à perseverança no estudo da Torá.
Se deseja imitar o povo judeu, faça-o com respeito a estudar e ensinar os valores da Torá, e os atos de justiça social e beneficência. Eles fazem isso. Imite-os.”

 

O Rav Ariel Groisman é Rabino do Centro de Estudos do Gran Templo Paso de Buenos Aires, Argentina, e co-fundador e co-diretor do centro noajidas.org, um Centro de Estudos virtual e físico dos Sete Princípios Universais.

http://www.noajidas.org

 

Veja também

 

https://noahidebr.com/2018/04/02/o-modo-de-vida-dos-bnei-noach/

 

https://noahidebr.com/2016/03/27/exceto-as-sete-leis-de-noe-pode-um-nao-judeu-observar-mitsvot/

 

https://noahidebr.com/2016/08/01/maimonides-e-os-bnei-noach/

 

https://noahidebr.com/2017/12/02/noaitas-e-os-613-mandamentos-judaicos-divinos-ou-a-criacao-de-ritos/

 

https://noahidebr.com/2018/05/06/nao-recebemos-nenhum-merito-por-observar-mandamentos-que-nao-nos-sao-pertinentes/

 

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https://noahidebr.com/copyright/

 

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