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Não há necessidade de um não-judeu converter-se ao Judaísmo para desfrutar um relacionamento pessoal com D’us

Por pt.chabad.org

 

Pergunta:
Não sou judeu. Compartilho da crença judaica em D’us. Preciso me converter? Posso, se assim desejá-lo?

 

Resposta:
Você precisa ser judeu para ir para o Mundo Por Vir?
Não.

A crença em D’us, embora seja uma contribuição judaica, de forma alguma é monopólio dos judeus. Toda a humanidade deve crer em D’us e, na verdade, o Judaísmo encoraja esta crença. Não existe “crença judaica” em D’us – há um único D’us no qual os judeus crêem e ensinam todos a acreditar.

Além disso, D’us deu a Torá, com suas 613 mitsvót (mandamentos), ao povo judeu. No entanto, ELE também deu aos povos não-judeus um código moral paralelo que complementa a Torá: as Sete Leis de Nôach (Shéva Mitsvót Nôach). ELE espera que todos seres humanos e sociedades vivam segundo este código.

As sete categorias gerais do Código são: 1) Não matar. 2) Não roubar. 3) Não cometer adultério ou incesto. 4) Não blasfemar. 5) Não comer o membro de um animal enquanto este está vivo. 6) Não adorar ídolos e 7) Estabelecer um sistema de justiça.

Os Sábios nos dizem que um não-judeu que cumpre estas leis tem as mesmas recompensas no Mundo Vindouro que um judeu que cumpre as 613 mitsvot. Portanto, não há necessidade de um não-judeu converter-se ao Judaísmo para desfrutar um relacionamento pessoal com D’us.

Se, no entanto, um não-judeu deseja converter-se ao Judaísmo, ele ou ela pode fazê-lo passando pelos mesmos processos que o povo judeu passou quando se tornou judeu, isto é: 1) Circuncisão (no caso de homens); 2) Imersão no micvê para a conversão; 3) Aceitar e cumprir as 613 mitsvot na sua totalidade. Tudo isso deve ser feito na presença de uma autêntica Corte Rabínica.

Porém independentemente da religião, estamos todos no “time de D’us”, e o “esporte” que estamos jogando é tornar este mundo um local melhor. No Judaísmo, não há ser humano que não tenha seu lugar, propósito ou importância.

Que cada um faça sua parte!

Por pt.chabad.org

 

© Noahidebr 2015-2017

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Os Gentios (os não-judeus)

Os Gentios (os não-judeus)

 

Por Mechon-mamre.org

 

A Torá sustenta que os gentios justos de todas as nações (aqueles que observam as Sete [Categorias de] Leis de Noah (Noé), listadas abaixo) têm um lugar no Mundo Vindouro. Mas nem todos os gentios religiosos ganharão a vida eterna em virtude de observarem a sua religião[*]:

[* Quer dizer, ter religião ou ser religioso não é sinônimo de ser gentio justo×.

× Pois que o próprio termo gentio justo já é sinônimo de devoto de Hashem.]

Por exemplo:

• Embora se reconheça que os muçulmanos [possuem o mesmo conceito de unicidade de D’us que nós] (ainda que chamem a D’us de Allah, o conceito deles da unicidade Divina é o mesmo da do D’us de Israel), nem sequer aqueles que seguem os princípios de sua religião podem ser considerados justos aos olhos de D’us, porque eles não aceitam que a Torá (o Pentateuco) nas mãos dos judeus hoje seja a Torá original ditada por D’us [no Monte Sinai] e eles não aceitam as Shéva Mitsvót Nôach, Sete Leis de Noah, como obrigatórias a eles.

• Enquanto os cristãos geralmente aceitam a Bíblia Hebraica como verdadeiramente de D’us, muitos deles (aqueles que aceitam a chamada divindade de Jesus/Yeshu) são idólatras de acordo com a Torá, [pecado este] punível com a morte, e certamente não desfrutarão do Mundo Vindouro. Mas não é só ser um membro de uma denominação em que a maioria são crentes na Trindade que é idolatria, mas a prática idólatra pessoal[*], independentemente da filiação do indivíduo.

[* Como por exemplo, acreditar que D’us tem inimigos ou um arquiinimigo, que existe um inimigo criador do mal, que D’us é pessoa, que D’us é espírito (ser espiritual), que D’us sacrificou um humano, e ainda, que D’us sacrificou um humano pelos pecados de toda a humanidade, que um humano participou na criação do mundo, que tem de se orar para um humano (nesta última questão, alguns cristãos podem argumentar que não oram para Jesus/Yeshu mas apenas em seu nome. No entanto, o chamado novo testamento deixa claro que mesmo “apenas” pedir ao Pai “em nome do seu filho” significa na verdade “falar diretamente com o próprio filho”, sim, orar ao filho, e também deixa claro que o filho não leva orações para o Pai visto que a única coisa que importa para o Pai é que se acredite no filho (João 14:13-14; 16:26-27)).]

[(Para os mitos sobre os Bnei Noach,veja
https://noahidebr.com/2016/09/01/the-sons-of-noahos-filhos-de-noah/
)]

Ao contrário da crença popular, a Torá não sustenta que os judeus são necessariamente melhores que as outras pessoas simplesmente porque são judeus. Embora sejamos o povo escolhido de D’us, não acreditamos que D’us escolheu os judeus por causa de qualquer superioridade inerente. De acordo com uma história no Talmud, D’us ofereceu a Torá a todas as nações da terra, e os judeus foram os únicos que a aceitaram. De acordo com outra história, ofereceu-se a Torá aos judeus e eles aceitaram-na somente porque D’us susteve uma montanha sobre suas cabeças! Outra história tradicional sugere que D’us escolheu os judeus porque eram os mais humildes das nações, e seu sucesso seria atribuído ao poder de D’us em vez de a sua própria capacidade. Claramente, estas não são idéias de um povo que pensa que são inerentemente melhores do que outras nações.

Por causa da aceitação da Torá, os judeus têm um status especial aos olhos de D’us, mas perdem esse status especial quando abandonam a Torá. Além disso, as bênçãos que os judeus recebem de D’us por aceitarem a Torá vêm com um preço elevado: os judeus têm uma responsabilidade [espiritual/moral] maior do que os não-judeus. Enquanto os não-judeus só são obrigados a obedecer as sete categorias de leis dadas a Noah, os judeus são responsáveis pelo cumprimento das 613 mitsvot (leis) da Torá, assim, D’us punirá os judeus por fazerem muitas coisas que não seriam um pecado para os não-judeus.

As Sete Leis de Noah

De acordo com a tradição da Torá, quando D’us salvou Noah e sua família do dilúvio, ELE lhes deu sete mandamentos para observarem. Estes mandamentos são conhecidos como os mandamentos noaicos ou os mandamentos dos noaítas (em hebraico: Bnei Nôach/Filhos de Noé). [Na Torá (bíblia), os mandamentos noaicos NÃO são:
(1.) enumerados como sete,
(2.) denominados mandamentos ou mandamentos noaicos,
(3.) nem mesmo caracterizados como mandamentos (eles nem sequer possuem o formato de mandamentos).
É a tradição que aponta sete mandamentos na Torá – primeiramente a partir de uma série de referências específicas para punições dadas aos não-judeus para esses tipos de transgressões* – e compila a lista de sete.
(* Veja
https://noahidebr.com/2016/02/04/as-sete-leis-de-noe-no-talmud-da-babilonia-sanhedrin-56a/
No artigo do Rav Adin Steinsaltz)] Os mandamentos noaicos são:

não cometer idolatria;
não cometer blasfêmia;
não cometer assassinato;
não ter relações sexuais proibidas;
não cometer roubo;
não comer carne de um animal vivo;
estabelecer tribunais de justiça para punir os infratores das outras seis leis.

Estes mandamentos podem parecer bastante simples e diretos, e muitos deles são reconhecidos pela maioria do mundo como princípios morais sólidos. Mas de acordo com a Torá apenas os gentios que observam estas leis porque elas lhes foram ordenadas por D’us na Sua [Eterna e Imutável] Torá é que desfrutarão da vida no Mundo Vindouro [(esses são os gentios justos ou justos entre as nações, também denominados os sábios entre as nações, pois são devotos de Hashem entre as nações), agora,] se estas leis são observadas pelos gentios porque elas parecem razoáveis ou se estas leis são observadas por eles porque eles pensam que elas lhes foram ordenadas por D’us por quaisquer outros meios que não o da Sua [Eterna e Imutável] Torá [(em outras palavras, se estas leis são observadas por eles até mesmo porque, de alguma maneira, as suas próprias religiões ensinam-nas)], eles poderiam muito bem não obedecê-las[, a uma, ou a algumas,] no âmbito do Mundo Vindouro[*].

[* Pois poderiam argumentar que, exatamente por estes mesmos meios que não o da Torá (sonhos, visões, chamados, inspirações, profecias, etc), eles receberam novas revelações “de D’us” ordenando-lhes a não obedecê-las (fosse a nenhuma delas ou a algumas delas) (que é o que de fato ocorre na criação das religiões, como de fato ocorreu nos casos do cristianismo e do maometismo (mohammadismo), que seus “profetas” tiveram “novas revelações” e criaram suas religiões abandonando assim a doutrina dos mandamentos universais de Hashem e os substituindo por novas palavras “divinas”).]

Os mandamentos noaicos são obrigatórios para todas as pessoas [em todas as épocas e em todos os lugares], porque todas as pessoas são descendentes de Noah e sua família. As 613 mitsvot da Torá, por outro lado, só são obrigatórias para os descendentes daqueles que aceitaram os mandamentos no Sinai e para aqueles que assumem o jugo dos mandamentos voluntariamente (por conversão). Alguns dizem que os mandamentos noaicos são aplicados de forma mais branda para não-judeus do que os mandamentos correspondentes para judeus, porque os não-judeus não têm o benefício da Torá Oral para guiá-los na interpretação das leis. Alguns rabinos europeus (presumivelmente por causa do medo de represálias de seus vizinhos cristãos, famosos pela sua violência para com os judeus) têm ido tão longe ao ponto de dizer que adorar a D’us na forma de um homem constitui idolatria para um judeu, [pecado este] punível com a morte, mas que o culto cristão de Jesus/Yeshu não constitui idolatria [para os gentios]. Na verdade, qualquer idolatria para a qual um judeu é punido com a morte também um não-judeu é punido com a morte, incluindo adorar um homem como deus.

Neste site, fornecemos (dentro do possível) uma exposição completa das Sete Leis, incluindo muitos detalhes que não poderiam ser adivinhadas a partir da lista acima.

Termos usados para gentios

Parece que alguns gentios preferem o termo mais neutro não-judeu, porém, poucos hoje se sentem insultados por serem chamados de gentios, o termo clássico para nações que aparece frequentemente em traduções da Bíblia. Ao usá-la aqui, certamente não temos nenhuma intenção de ofender ninguém; aliás, nem sequer teríamos escrito este artigo se fôssemos faltar com respeito e carinho para com os gentios.

A palavra hebraica ou iídiche que se usa com mais frequência para um não-judeu é goy. A palavra goy significa nação, e se refere ao fato de que goyim são membros de outras nações, ou seja, outras nações que não os Filhos de Israel. Não há nada inerentemente insultuoso na palavra goy. Na verdade, a Bíblia ocasionalmente se refere ao povo judeu usando o termo goy. Mais notavelmente, em Êxodo 19:6, D’us diz que os Filhos de Israel serão “um reino de sacerdotes e uma nação santa”, ou seja, uma goy cadosh. Porque os judeus tiveram tantas más experiências com antissemitas não-judeus ao longo dos séculos, o termo goy assumiu algumas conotações negativas, mas em geral o termo não é mais insultuoso do que a palavra “gentio”.

Os termos mais insultuosos para não-judeus são shiksa (feminino) e shkutz ou sheketz (masculino). Pode-se concluir que estas palavras são derivadas da raiz hebraica Shin-Cuf-Tsadic, significando repugnante ou abominação. A palavra shiksa, mais comumente usada para se referir a uma mulher não-judia que está namorando ou casada com um homem judeu, deveria dar alguma indicação de quão fortemente os judeus se opõem à idéia de casamentos mistos. O termo shkutz ou sheketz é mais comumente usado para se referir a um homem antissemita. Ambos os termos podem ser usados de uma forma menos grave, mais na brincadeira, mas em geral, em todo o caso, devem ser usados com precaução; na verdade, nós, pessoalmente, só usamos esses termos para nos referirmos a “judeus” apóstatas cujo comportamento é repugnante.

Casamentos Mistos

A Torá não permite ou mesmo reconhece casamentos entre judeus e gentios, se realizados, apesar da proibição. A punição para judeus por esse tipo de casamento é serem cortados do povo judeu e do Mundo Vindouro, [não importa] se o casal se casou formalmente de acordo com a lei secular ou se apenas vivem juntos.

A Torá Escrita afirmou que os filhos de tais uniões seriam afastados do povo judeu (Deuteronômio 7:3-4), e a experiência tem mostrado muito bem a verdade desta passagem: filhos de casamentos mistos raramente são criados como judeus; eles normalmente são educados na fé do parceiro não-judeu ou não-religioso. Este fato pode refletir que os judeus que não casam entre si não estão profundamente comprometidos com a sua religião em primeiro lugar (se estivessem, por que eles iriam casar-se com alguém que não a compartilha?), daí que as estatísticas são suficientemente alarmantes para ser uma questão de grande preocupação para a comunidade judaica.

Alguns judeus ortodoxos chegam ao ponto de afirmar que o casamento misto é realizar o que Hitler não conseguiu: a destruição do povo judeu. Isso pode parecer uma visão extrema, um exagero, mas ilustra vividamente como muitos judeus levam a sério a questão de casamentos mistos. No entanto, atualmente a maioria dos judeus fora da terra de Israel estão tomando parceiros conjugais não-judeus.

Se o cônjuge não-judeu verdadeiramente compartilha os mesmos valores que o cônjuge judeu, então o não-judeu é bem-vindo a converter-se, e se o não-judeu não compartilha os mesmos valores, então o casal não deve se casar em primeiro lugar. Embora a conversão apenas para permitir que um gentio se case com um judeu não seja legítima, muitos gentios inicialmente consideram a conversão após encontrarem um cônjuge judeu potencial, e depois, no final, tornam-se um convertido sincero antes do casamento.

Conversão

Em geral, judeus não tentam converter não-judeus ao judaísmo. Na verdade, de acordo com a Halachá (Lei Judaica), os rabinos deveriam supostamente fazer três tentativas vigorosas para dissuadir uma pessoa de querer se converter ao judaísmo.

Como a discussão acima explica, os judeus têm um monte de responsabilidades que os não-judeus não têm. Para ser considerado uma pessoa boa e justa aos olhos de D’us, um não-judeu precisa seguir apenas os sete mandamentos noaicos, enquanto um judeu tem de seguir todos os 613 mandamentos dados na Torá. Se o potencial converso não for seguir a essas regras extras é melhor para ele ou ela permanecer gentio, e uma vez que os judeus são responsáveis uns pelos outros, também é melhor para nós que essa pessoa permaneça gentia. A tentativa rabinicamente designada para dissuadir um convertido se destina a certificar-se de que o convertido em potencial é sério e disposto a assumir toda essa responsabilidade extra.

Uma vez que uma pessoa tenha decidido se converter, o prosélito deve começar a aprender a lei e os costumes judaicos, e começar a observá-los. Este processo de ensino geralmente leva pelo menos um ano porque o convertido em potencial é incentivado a experimentar cada um dos feriados judaicos; no entanto, a quantidade real de estudo exigido irá variar de pessoa para pessoa (por exemplo, um convertido que foi criado como um judeu pode não precisar de qualquer educação adicional, enquanto outra pessoa precise de vários anos).

Concluído o ensino, o prosélito é apresentado a um Beit Din (Corte Rabínica) que o examina e determina se ele ou ela está pronto para tornar-se um judeu. Se o prosélito passar neste exame oral, são realizados os rituais de conversão. Se o convertido é do sexo masculino, ele é circuncidado (ou, caso ele já tenha sido circuncidado, um pontinho de sangue é extraído para efeitos de uma circuncisão simbólica). Ambos os convertidos, homem e mulher, são imersos no micvê (um banho ritual utilizado para a purificação espiritual). Dá-se ao convertido um nome judeu e então ele ou ela é introduzido na comunidade judaica.

Na teoria, uma vez concluída o processo de conversão, o convertido é judeu tanto quanto uma pessoa nascida na religião. Na prática, o convertido é geralmente tratado com cautela, com precaução, visto que já tivemos um monte de experiências ruins com os convertidos que mais tarde voltaram à sua antiga fé, no todo ou em parte.

 

Por Mechon-mamre.org

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Traduzido do inglês por Noahidebr

 

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Feliz Rosh Hashaná

Feliz Rosh Hashaná

O Ano Novo (Rosh Hashaná) do calendário judaico é diferente do ano novo do calendário cristão e do ano novo do calendário islâmico, pois o calendário judaico é bíblico e o seu Ano Novo não celebra um evento judaico, antes, tem um significado todo especial para todas as pessoas do mundo, pois celebra o 6° Dia da Criação, a saber, a data em que D’us criou os 1°s humanos, Adam e Hava. Assim, hoje, 02/10 (no fim da tarde), celebra-se o ano de 5777 da Criação da Humanidade.
É importante que todos os povos conheçam A Verdade de que D’us não deu NENHUMA religião para Adam e Hava (sim, a religião é invenção humana), antes, D’us lhes deu uma doutrina composta de mandamentos, que, na verdade, todas as pessoas do mundo devem seguir.
D’us, O D’us Criador de Adam e Hava, O D’us de Israel, é O D’us de toda a humanidade (Adam e Hava não eram judeus), UM SÓ e O MESMO. Não há nenhum outro. “ELE” é O INFINITO. Tudo existe NELE. Todos estamos “dentro” DELE. Nada – e ninguém – está “fora” DELE.
Está profetizado que todas as pessoas do mundo abandonarão suas religiões e se voltarão voluntariamente para O D’us de Israel e assim para A Fé Original, a doutrina dos Mandamentos Universais (Zacarias 8:23; Jeremias 16:19-21; Isaías 2:1-4; 11:9; Salmos 96; 97; 98; 117).

Aprenda mais em:

https://noahidebr.com
e
http://www.bneinoach.com.br

Que você tenha um Ano Novo bom e doce.

Bendito é D’us.

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