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Em breve, Guia RH 2018

Se D’us quiser, em breve, Guia Rósh Hashaná 2018 para os Bnei Nôach.

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Nova página do site noahidebr.com

B”H

 

No mês de aniversário do site noahidebr.com, uma nova página, Graças a D’us.

 

Confira:

 

https://noahidebr.com/palavras-do-rebe-a-toda-a-humanidade-a-todos-os-nao-judeus-do-mundo/

 

 

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Bnei Nôach, uma religião?

B”H

 

Perguntas E Respostas

 

(Atenção:
Nas palavras transliteradas, o “ch” tem som de “RR”. Exemplo: Nôach.

Nas palavras transliteradas, o “sh” tem som de “CH”. Exemplos: Bereshít; Hashém.)

 

Perguntas E Respostas

 

É o movimento Bnei Nôach uma religião – uma nova religião? É o movimento Bnei Nôach uma religião para não-judeus criada por rabinos?

 

Por Rav Moshe Genut

 

Em nossos tempos, o Rebe de Lubavítch – Rabí Menachem Mendel Schneerson – trouxe as leis dos Bnei Nôach (Filhos de Noé) à vanguarda de nossos esforços por trazer a paz definitiva e a prosperidade ao povo judeu e ao mundo inteiro. Repetidamente o Rebe explicou que o mundo está preparado para aceitar a responsabilidade destas leis e de renovar o pacto feito entre Nôach (Noé) e o Todopoderoso depois do Dilúvio, como lemos em Bereshít/Gênesis.

As Leis dos Bnei Nôach não são outra religião que os judeus estão tentando encorajar os não-judeus a aceitar. Decerto, elas não são de forma alguma uma religião, mas sim uma estrutura para criar um mundo melhor, uma humanidade melhor baseada na união da qual cada ser humano pode desfrutar com seu CRIADOR.

Mesmo que práticas à primeira vista, em geral o pacto de Nôach é baseado em princípios cujo valor e importância para criar uma sociedade justa e moral são facilmente reconhecidos pela maioria, se não por todos os povos do mundo em nossos dias.

Mas os princípios destas leis são diferentes de qualquer conjunto de leis racionais que podem ser estabelecidas por um tribunal da atualidade, porque foram estabelecidas pelo PRÓPRIO CRIADOR e entregues a nós como a base para SEU relacionamento com a humanidade como um todo.

Para além de seus aspectos positivos, o renascimento espiritual que o mundo experimenta hoje tem produzido o que se descreve como um choque de civilizações, cujo final não pode ser previsto. Em vez de incentivar a paz, a compreensão e a tolerância, as diferentes atitudes e alegações que cristãos e muçulmanos propõem em relação ao CRIADOR estão ameaçando causar uma tremenda confusão. Este é exatamente o tempo para que o povo judeu cumpra com sua missão como povo escolhido por Hashém e, junto com os não-judeus que já adotaram e se comprometeram com as leis dos Bnei Nôach, se dedique a propagar a mensagem destas leis e oferecer esperança, na forma de um pacto verdadeiramente universal entre o homem e Hashém, de uma nova era que pode emergir sobre todos nós.

O Rebe de Lubavítch imputou sobre seus irmãos e irmãs judeus a necessidade e obrigação de serem receptivos às necessidades espirituais dos não-judeus, até chegarem aos seus corações com A Verdade. Por conseguinte, a maioria dos centros Chabád Lubavítch estão procurando ensinar aos não-judeus como serem Bnei Nôach ao mesmo tempo em que os conecta com a autoridade de Torá local para propiciar seu crescimento contínuo e feliz.

De acordo com o Rebe, trazer as sete leis dos Bnei Nôach para o mundo gentio é um dos esforços mais valiosos para todos os judeus.

 

Por Rav Moshe Genut
© Rav Moshe Genut

Rav Moshe Genut é o editor em inglês do livro Cabalá e Meditação para as Nações do Rav Yitzchak Ginsburgh.

 

Traduzido do espanhol por Noahidebr
© 2015-2018 Noahidebr

https://noahidebr.com/copyright/

 

MAS…

Se Bnei Nôach não é uma religião, significa isso que os Bnei Nôach não tem obrigação de acreditar em D’us e de orar para D’us?

Será que acreditar em D’us e orar para ELE torna o movimento Bnei Nôach uma religião?

O Rebe responde estas perguntas. Veja em:

https://noahidebr.com/palavras-do-rebe-a-toda-a-humanidade-a-todos-os-nao-judeus-do-mundo/

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O Credo de Noé (Declaração Noaítica)

B”H

 

Em homenagem ao Rebe (Rav Menachem Mendel Schneerson), Líder de nossa geração.

 

 

O Credo de Noé (Declaração Noaítica)

 

“O credo de Noé é uma herança sagrada de todos os Filhos de Noé (Benê Nôach), uma herança que cada pessoa na face da terra pode recitar todos os dias. E se um número suficiente de nós começar a dizer essas mesmas palavras todos os dias, rapidamente veremos um mundo diferente. Mais cedo do que podemos imaginar.”

 

Veja em:

https://noahidebr.com/apresentacao/

 

E já adicionado ao:

https://noahidebr.com/2017/09/09/guia-de-bencaos-e-oracoes-diarias-para-os-bnei-noach/

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Os Noaítas e o uso da kipá

Matéria reformada (Junho 2018).

Essa matéria foi originalmente publicada em 23/11/2015.

 

 

Os Noaítas (Bnei Noach/Filhos de Noé) e o uso da kipá

 

Perguntas E Respostas

 

Pergunta:

Pode um homem Noaíta (Ben Noach/Filho de Noé) usar kipá (a kipá Bnei Noach) na rua, no trabalho, … enfim, fora de casa e fora da sinagoga?

 

Resposta:

O Curso das Leis Noaíticas da Yeshivá Pirchei Shoshanim exorta os Bnei Nôach (em geral, i.e., os homens e as mulheres):

“Esforce-se em ser [sensato e] determinado ao pôr em prática sua identidade espiritual. Não passe [aos outros] mensagens confusas [por meio de seu comportamento] porque isso reflete desconhecimento, dúvidas pessoais ou rebeldia, que mal [os] guiarão.”

E declara:

“Assim, não está permitido [aos Bnei Noach (homens)]:

Usar kipá fora da sinagoga[*] (pois que em um contexto social onde a kipá já é logo associada à identidade judaica, a mensagem que isso transmite é fortemente confusa).”

 

E mesmo dentro da sinagoga “não é uma boa idéia que Bnei Noach (homens Noaítas) escolham uma Kipá idêntica a usada pelos judeus, pois outras pessoas podem erroneamente confundir um não-judeu com um judeu. Isto pode levar a confusões com relação à conduta muito mais rígida que a Torá requer dos judeus. Uma maneira de fazer uma Kipá diferente é decorá-la com as palavras “Bnei Noach”, ou algo similar.” – Rav Yitschak Ginsburgh (Cabalá e Meditação para as Nações)

 

Você, noaíta (Ben Noach=Filho de Noé/Bat Noach=Filha de Noé), sim, cada um de vocês (Bnei Noach=Filhos de Noé/Benót Noach=Filhas de Noé) tem de ter o extremo cuidado de interiorizar as seguintes palavras do Rav Tzvi Freeman, do Chabad.org. (e, obviamente, suspeitar daqueles não-judeus e judeus (mesmo rabinos) que falam e agem em contrário).
Ele disse:

“O caminho do Ben Noach está integralmente ligado ao povo judeu, como afirma claramente o Rambam [(Rav Maimônides). Porém, é importantíssimo ressaltar que, apesar disso (apesar dessa ligação),] nós (judeus) não queremos criar uma nova religião. E tampouco queremos que Ben Noach esteja imitando as práticas que são específicas para o povo judeu.” Em outras palavras, nós, judeus, não queremos fazer dos Bnei Noach uma religião. E tampouco queremos que eles próprios se transformem em um movimento judaizado e judaizante.

 

Traduzido por Noahidebr.

 

© Noahidebr 2015-2018
https://noahidebr.com/copyright/

 

Kipá Bnei Noach

https://noahidebr.com/2015/11/23/kipa-bnei-noach/

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Qual é a atitude judaica com relação a Jesus?

Qual é a atitude judaica com relação a Jesus?

 

Por Michael Asheri

 

 

O judaísmo não deve nada ao cristianismo, muito obviamente, mas não é tão óbvio o fato de que o cristianismo não deve quase nada ao judaísmo. As duas religiões têm pouco, se é que têm alguma coisa, em comum.

Com frequência, não-judeus perguntam a judeus: “Qual é a atitude judaica com relação a Jesus?” A resposta honesta a essa pergunta é: “A atitude judaica para com Jesus é exatamente a mesma que a atitude cristã para com Maomé.” Esta é uma resposta precisa e um paralelo válido. Maomé apareceu quando o cristianismo já estava com diversos séculos de existência e afirmou ser o último dos profetas. Ele reconheceu tanto a Bíblia quanto o Novo Testamento como livros verdadeiros e tanto os profetas hebraicos quanto Jesus como homens santos. Contudo, alegou que sua revelação era a verdadeira e final, suplantando tudo o que havia acontecido antes. Isto é quase o mesmo que Jesus fez, ou pelo menos o que seus seguidores fizeram. Reconheceram a Bíblia, chamaram os profetas e as figuras da Torá de portadores da verdade, mas terminaram dizendo que sua revelação tornava as leis da Torá letra morta, porque a aceitação de Jesus tomava seu lugar. As declarações dos cristãos culminaram na doutrina de que Jesus era Deus encarnado, afirmação que ninguém jamais fez a respeito de Maomé.

É seguramente relatado que o Islã conquista mais convertidos a cada ano do que todas as religiões do mundo juntas, inclusive todas as seitas cristãs. Apesar disso, e apesar do reconhecimento de Jesus como um santo profeta pelo Islã, a maioria dos cristãos ficaria em posição difícil se tivesse de dizer em que ano ou até mesmo em que século nasceu Maomé. Essa atitude, com modificações no grau de conhecimento, descreve a visão que os judeus têm de Jesus. Sabemos que ele viveu e temos uma vaga idéia do que pregou, mas é só. A idéia disseminada de que os judeus, embora rejeitando a reivindicação de Jesus à divindade, consideram-no um grande mestre e uma grande figura moral é completamente falsa. Não aceitamos suas reivindicações e somos indiferentes a seus ensinamentos; simplesmente não estamos interessados nele ou no que disse, assim como os cristãos não estão interessados em Maomé.

Quanto ao Novo Testamento, os judeus que se deram ao trabalho de lê-lo descobriram estar em desacordo com grande parte do que ele contém. Quando lemos no Evangelho segundo Mateus, 8, 21-22: “E outro de seus discípulos lhe disse: “Senhor, permite-me que primeiramente vá sepultar meu pai.” E Jesus, porém, disse-lhe: “Segue-me, e deixa que os mortos sepultem os seus mortos””, mal sabemos que lição extrair disso. A idéia de que é possível a um homem salvar a sua alma deixando insepulto o corpo de seu pai é algo que a mente judaica é incapaz de aceitar. Dizer que o fim, neste caso a salvação da alma, justifica os meios provoca a resposta judaica de que um fim que emprega esses meios não é um fim que nos interesse.

Pouco sentido há em ir além nas doutrinas contidas no Novo Testamento, exceto para dizer que elas explicam, em grande parte, a assinalada falta de sucesso que os cristãos experimentaram em converter os judeus à sua religião. Na realidade, o paganismo dos gregos, em sua época, fez maiores incursões em Israel do que o cristianismo jamais foi capaz de fazer.

Quando os meus alunos nos Estados Unidos me perguntavam: “Devemos respeitar a religião de nossos vizinhos?”, minha resposta era: “Claro que não. Mas vocês devem respeitar seus vizinhos, e por isso não podem encontrar falhas na religião deles, porque fazê-lo seria desrespeitá-los como pessoas.” Uma vez que quase não existe um terreno comum entre o cristianismo e o judaísmo, apesar da divulgação de concepções errôneas em contrário, é provável que qualquer discussão de religião com os não-judeus seja uma perda de tempo, e os judeus são aconselhados a dela se absterem. A franqueza, em particular, pode facilmente levar a ressentimentos; há muitas coisas que é melhor deixar de dizer.

 

 

Por Michael Asheri em “O Judaísmo Vivo: as tradições e as leis dos judeus praticantes”, Imago Editora, 1987.

 

Michael Asheri é escritor e antropólogo.

 

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Mandamentos para os judeus e mandamentos para os Bnei Noach

Mandamentos para os judeus e mandamentos para os Bnei Noach

 

 

Você sabia que existem Mandamentos exclusivamente JUDAICOS, ou seja, que são apenas para os judeus (ou, em outras palavras, que são proibidos para os Bnei Noach)?

Você sabia que as Leis de Noé não são somente Sete? Você sabia que muitos dos 613 mandamentos da Torá são subdivisões ou ramificações das Sete Leis?

Você sabia que existe um limite de até onde um noaíta pode ir no cumprimento de mitsvót? E que esse limite foi estabelecido pelo PRÓPRIO D’us, Hashém, e não por algum humano?

 

 

“Prestem muita atenção:

Além de nossas 7 leis e suas derivações (dezenas)[, nós, Bnei Noach,] podemos adotar qualquer mandamento “judaico” em todos os seus detalhes, desde que seja lógico ou proporcione um benefício tangível para a sociedade, para si mesmo ou para o mundo como um todo.”

Extraído do Curso das Leis Noaíticas da Yeshivá Pirchei Shoshanim.

 

O Rav Ariel Groisman explica o significado de: “podemos adotar qualquer mandamento “judaico”” e destemidamente exorta-nos:

“Não (podemos adotar) aqueles mandamentos que são exclusivos e identificadores do povo judeu, por exemplo: FESTIVIDADES, SHABÁT, TALÍT, TEFILÍN, MICVÊ, etc.
Se vão imitar os judeus, façam-no com respeito à solidariedade, caridade e justiça social que eles praticam, e com respeito à perseverança no estudo da Torá.
Se deseja imitar o povo judeu, faça-o com respeito a estudar e ensinar os valores da Torá, e os atos de justiça social e beneficência. Eles fazem isso. Imite-os.”

 

O Rav Ariel Groisman é Rabino do Centro de Estudos do Gran Templo Paso de Buenos Aires, Argentina, e co-fundador e co-diretor do centro noajidas.org, um Centro de Estudos virtual e físico dos Sete Princípios Universais.

http://www.noajidas.org

 

Veja também

 

https://noahidebr.com/2018/04/02/o-modo-de-vida-dos-bnei-noach/

 

https://noahidebr.com/2016/03/27/exceto-as-sete-leis-de-noe-pode-um-nao-judeu-observar-mitsvot/

 

https://noahidebr.com/2016/08/01/maimonides-e-os-bnei-noach/

 

https://noahidebr.com/2017/12/02/noaitas-e-os-613-mandamentos-judaicos-divinos-ou-a-criacao-de-ritos/

 

https://noahidebr.com/2018/05/06/nao-recebemos-nenhum-merito-por-observar-mandamentos-que-nao-nos-sao-pertinentes/

 

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